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Escola Geraldino Neves Corrêa, por José Tibiriçá

24 maio 2011 - 08h31

No ano de 2008, no segundo semestre, escrevi um artigo sobre a Escola Albano
José de Almeida, localizada no Cerrito, pois ela estava fechada, invadida por terceiro. O artigo repercutiu tanto que o prefeito da época, professor Tetila telefonou-me preocupado. Respondi a ele que o problema era da má gestão do seu secretário de educação.

Fiz outra denúncia via artigo com relação à Escola Geraldino Neves Corrêa sobre o superfaturamento de uma quadra de esporte, sem cobertura, construída atrás da Escola Geraldino Neves Corrêa.

Na época mostrei uma foto da escola com o muro esquerdo caído e uma placa
anunciando um investimento de mais de R$ 103.000, 00. Eu ponderei que com o
valor, poderia ter reformado a escola e construída a quadra com cobertura. A
administração calou-se, afinal eu estava certo.

Há tempo a vereadora Délia Godoy Razuk conseguiu uma verba, via deputado Jerson Domingos para a reforma da escola. Lá novamente está uma placa anunciando a obra, há mais de dois meses.

Hoje os alunos estão estudando no salão do Clube Santo Antonio. É um absurdo, afinal os pais de alunos me pediram para fazer novamente a denúncia, afinal a escola é a mais antiga construção de alvenaria do Município de Dourados, construída no tempo do Território Federal de Ponta Porã, na administração do governador do Território, Coronel Ramiro de Noronha.

Seria interessante que se fizessem o cercamento da área da escola, pois parte do espaço está sendo utilizado por terceiros, afinal está tudo jogado às traças. A secretária de educação tem em seus arquivos cópia da escritura da área de meio hectare, com seus limites. Poderia assim aproveitar o momento e realizar este trabalho também.

Sinto-me responsável para cobrar da municipalidade, pois sou filha da Picadinha, tenho propriedade com minha família há mais de 70 anos, ali cresci, aprendi as primeiras letras com a Professora Maria de Lourdes Silva há 53 anos, já falecida, cuja quadra de esporte levou seu nome, mas não colocaram até agora a placa.

Gostaria que providências sejam tomadas, afinal o que se percebe é uma ausência da administração municipal e representação legislativa em favor da Picadinha há um longo tempo.



José Tibiriçá Martins Ferreira

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