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Dez lugares que você precisa conhecer antes que eles desapareçam

05 outubro 2017 - 11h14Por Da redação

Cada canto do mundo, uma nova descoberta, são tantos lugares fascinantes para visitar que seria impossível ver tudo de bonito. Mas devido as mudanças que vem ocorrendo no mundo, algumas regiões correm o risco de sumir. 

Por isso, precisamos priorizar esses lugares no antes que desapareçam. Um exemplo dessas mudanças ocorreu com Azure Window, em Malta, na Itália. Uma tempestade muito forte desmoronou o Arco Natural de Pedra. Quem teve a chance de visitar o destino guardaram na memória esse cartão postal. 

Templos de Bagan – Myanmar

Os Templos de Bagan em Myanmar são mundialmente conhecidos por terem sido construídos entre o século 10 e 14 por centenários budistas. É um destino com uma energia fantástica que une religião, história e natureza. É comum ver balões sobrevoando a área. 

Em agosto de 2016 a área foi atingida por um forte terremoto de magnitude 6,8 que danificou mais de 60 templos. Devido à localização geográfica, perto da placa tectônica da indiana, ao tempo e a idade dos templos, existem grandes chances de desmoronamento nos próximos anos.

Cuba

Visitar Cuba sempre foi um grande desafio. É um país socialista, com relações comerciais bem fechadas, inclusive para o turismo. Uma realidade muito diferente dos outros países. A ilha caribenha é o último país socialista do ocidente. 

Nos últimos anos vem mudando sua realidade com uma série de medidas para abertura econômica. Essas mudanças estão alterando a cara do país. Em 2016 Cuba bateu recorde de turistas e assim as cidades vão perdendo o seu charme.

Ilhas Maldivas

O arquipélago está ameaçado de desaparecer devido ao aumento do nível do mar. Os bangalôs que ganharam fama por estarem acima de águas cristalinas, atualmente estão a apenas 1 metro do mar.

Halong Bay – Vietnã

A baía de Halong Bay é um desses paraísos do mundo que só é possível acreditar depois que você visita o lugar. Mas infelizmente, a vila de pescadores sobre a água e o turismo, vem sofrendo grandes mudanças ecológicas. Considerado Patrimônio Mundial da Unesco, o governo vietnamita está atuando para barrar o impacto do turismo sob o lugar.

Veneza – Itália

Uma das cidades mais românticas e turísticas do mundo, também está na lista das cidades que podem desaparecer. Isso acontece porque há um deslizamento dos sedimentos da lagoa e também está relacionado com o aumento do nível do mar.

Machu Picchu – Peru

Uma das sete Maravilhas Modernas do Mundo. Esse sítio arqueológico corre sério risco de desabar devido a sua locação geográfica, idade das construções e devido ao turismo desregrado. Nos últimos anos, o governo peruano estipulou um limite de 2.500 turistas por dia a fim de evitar um desgaste ainda mais desse patrimônio mundial.

Floresta Amazônica

Localizada em nove países da América do Sul, a floresta Amazônica é uma das florestas do mundo com maior diversidade de fauna e flora. A preservação é de extrema importância para o mundo e para os povos indígenas que vivem lá, mas infelizmente estima-se que mais de vinte e dois mil quilômetros de florestas são perdidos por ano.

Grande Barreira de Corais – Austrália

Essa impressionante barreira de corais com mais de 2.300 quilômetros de comprimento é o maior organismo vivo do planeta. São mais de 2.900 recifes, 600 ilhas e 300 atóis de corais em águas cristalinas.

Devido à elevação da temperatura e poluição dos oceanos, as cores intensas dos corais estão se apagando e podem deixar de existir em alguns anos.

Recife – Brasil

Conhecida por suas belezas naturais, grandes atrações culturais e por ser porta de chegada para muitos turistas que estão a caminho do litoral, a capital pernambucana possui quase quatro milhões de habitantes só na região metropolitana. 

O crescimento urbano desenfreado e desorganizado fez com que os rios que banham a capital, Capibaribe e Beberibe, sofressem as consequências. 

Muralha da China

A Muralha foi erguida durante a China Imperial, no século 200 a.C. São mais de 9 mil quilômetros de extensão, o que torna o monitoramento quase impossível. Além da dificuldade de fiscalização, ainda há a erosão natural causada pelos ventos, vandalismo e venda ilegal de tijolos. São mais de 10 milhões de visitantes por ano. Já pensou se cada um levar uma lembrancinha para casa?

 

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