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CENTRO-OESTE

Com revoadas de araras-azuis e muito mais, conheça Miranda

13 julho 2018 - 17h49

O caminho de acesso à cidade já funcina como um mostruário do que aguarda o visitante: rebanhos de gado, revoadas de araras-azuis, vegetação típica do cerrado... 

Mas uma vez no Centro de Miranda, o destaque fica por conta da preservada arquitetura do início do século 20. Nos arredores, vale curtir as variadas opções de hospedagens, cada vez mais preparadas para o ecoturismo. 

Muitos hotéis e pousadas funcionam em fazendas confortáveis e oferecem atividades para observar os animais pantaneiros. Entre elas estão cavalgadas, trilhas, safáris fotográficos e focagem noturna de jacarés. 

O período apresenta temperaturas ainda mais altas e é ideal para se observar as aves. Os mamíferos são mais raros nessa época, pois fogem das águas e se escondem nas partes mais altas, as chamadas cordilheiras. 

Já entre julho e setembro, a seca transforma a região em uma área de pastagens imensas. É o período ideal para se conferir as características dos mamíferos. Sem falar que em agosto, pouco antes do início da primavera, as árvores começam a florescer. 

O período intermediário entre a cheia e a vazante - de abril a maio - é marcado pela formação de lagoas e poças de água que represam algumas das 260 espécies de peixes (dourados, pintados, pacus, piranhas, traíras), proporcionando o aparecimento de seus predadores, como aves e jacarés.

A maneira mais interessante de chegar em Miranda é embarcando no Trem do Pantanal (que temporariamente está suspenso, aguardando liberação do Governo do Estado). As composições partem de Campo Grande aos sábados rumo à cidade a 220 quilômetros da capital. 

A primeira metade do trajeto é marcada pelo cerrado: grandes pastagens, com presença de rebanhos de gado e formações rochosas.

Chegando à estação do município de Aquidauana, o trem para por duas horas e meia e permite aos passageiros desfrutarem do local onde começa a transição para a mata verde de solo úmido. Passeios de barco e a cavalo são opções para preencher o intervalo da viagem, assim como a degustação de pratos típicos à base de peixes. 

De Aquidauana, a composição segue até Miranda, num trecho em que os passageiros podem observar, pelas janelas das composições, algumas espécies típicas da região, como tucanos e araras-azuis. A viagem de volta acontece aos domingos. 

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