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Botos cor-de-rosa e cinza são uma das atrações em Santarém

31 dezembro 2018 - 07h55Por Férias Brasil

Antiga aldeia dos índios Tapajós, Santarém é hoje a terceira maior cidade no Estado do Pará, com cerca de 300 mil habitantes. Apesar do desenvolvimento, não perdeu os costumes e as tradições graças à localização privilegiada - na confluência entre os rios Tapajós e Amazonas.

A área mais agradável de Santarém é o calçadão beira-rio, perfeito para caminhadas que levam ao Terminal Fluvial Turístico

E é ali, de frente para o rio Tapajós, que quase tudo acontece na cidade. A área mais agradável de Santarém é o calçadão beira-rio, perfeito para caminhadas que levam ao Terminal Fluvial Turístico. Lá é possível comprar artesanato típico em palha trançada e contratar passeios de barco. O píer oferece quiosques, ótimas opções para apreciar o pôr do sol.

Dali mesmo saem passeios para o encontro das águas do Tapajós e Amazonas. Margeando a orla está o Tapajós, com águas claras e quentes. Do outro lado, mais distante, vem o Amazonas, com águas barrentas e frias. Elas correm paralelas por longa extensão, mas não se misturam. 

No mesmo passeio, famílias de botos cor-de-rosa e de botos cinza, o tucuxi, exibem-se para os turistas. Na verdade, estão mesmo é aproveitando a fartura de peixes nas águas do Amazonas para se alimentar.

Saindo do terminal fluvial, basta atravessar a Avenida Tapajós para alcançar o Centro Cultural João Fona, bela construção do século XIX. O casarão, que já serviu como presídio e prefeitura, hoje abriga móveis e objetos históricos, além de um acervo de cerâmicas arqueológicas das populações indígenas que habitavam a região.

Não muito longe dali está o Mercadão 2000, o grande mercado público de Santarém, onde é possível encontrar peixes, frutas, legumes, farinha de mandioca, temperos... que garantem o sabor da famosa culinária paraense.

Pirarucus, surubins e tambaquis saem do Mercadão direto para as mesas dos restaurantes. Acompanhados pelo tradicional tucupi, sumo extraído da mandioca; e do jambu, um tipo de folha que confere leve dormência na boca, os pratos agradam aos mais variados paladares. Para abrir os trabalhos, vá no petisco típico de Santarém, o bolinho de piracuí, feito com farinha de peixe seco socado no pilão. 

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