25/01/2012 14h01

Você sabe quem foi Antônio João?

 

Eduarda Rosa
 

Homenageado na principal praça de Dourados, citado no hino de Mato Grosso do Sul e com uma cidade com seu nome. Mas quem foi Antonio João?

Antônio João Ribeiro, herói da Guerra do Paraguai, derramou seu sangue na luta para defender o Brasil da invasão do país vizinho. Mesmo estando com apenas quatorze homens, enfrentou duzentos soldados paraguaios até a morte e proferiu a célebre frase: "Sei que morro, mas meu sangue e o dos meus companheiros servirá de protesto solene contra a invasão do solo de minha Pátria".

Tenente Antônio João

Nasceu em 24 de novembro de 1823, na Vila de Poconé, na época Província do Mato Grosso. Ingressou na carreira militar em 1841 e galgou graduações até ser promovido a 1º Tenente de Cavalaria, em 1860.

Antônio João desempenhou missões de campo, servindo em diversos destacamentos militares de fronteira, até ser comissionado como comandante da Colônia Militar de Dourados, na qual morreu durante batalha na data de 29 de dezembro de 1864.

 

Colônia Militar de Dourados

Contudo, a Colônia Militar de Dourados, não era situada na cidade de Dourados, e sim onde hoje fica a cidade de Antonio João. Na época aquela região fazia parte do município de Ponta Porã, e o nome veio da proximidade com o rio que tinha muitos peixes dourados.

Essa e outras curiosidades foram respondidas em entrevista ao DouradosNews, pelo advogado e estudioso da história de Antônio João, José Tibiriçá. Ele também conta, com base em um livro escrito por militares em 1938, que foi comprovado que o lugar onde Antonio João morreu, posteriormente foi construída a casa de sua bisavó.

“Quando foi confirmado que os restos mortais de Antônio João estavam embaixo da casa de minha bisavó, Carlota Gomes, viúva de João Luiz Gomes que também participou da Guerra do Paraguai, o exército pediu para que pudessem colocar uma cruz em frente à casa dela, e foi rezada uma missa campal”, conta Tibiriçá.

Anos depois, uma tia avó de Tibiriçá, doou 30 hectares de suas terras para a criação do museu dedicado a história do herói de guerra, que fica no município de Antônio João, situada a 173 km de Dourados.

(10) Comentários

Infelizmente, hoje a nossa juventude tapada só sabe cultuar os pseudo heróis da esquerda comunista como Chê Guevara, Fidel Castro, Genoíno, Lamarca , ZéDirceu e assemelhados. Infelizmente os nossos heróis de verdade estão esquecidos tudo por causa de uma ideologia fracassada que querem impor a esse país maravilhoso. Não se faz mais no Brasil historiadores comprometidos com a história de verdade, infelizmente eles estão a serviço da esquerda atrasada desse país.

 
waldeir em 24 de novembro de 2013 - domingo às 17:24

Excelente matéria, precisamos valorizar nossos heróis. Os EUA fazem até filme, aqui necas, sequer canta-se mais o hino nacional em nossas escolas.

 
Geraldo Ribeiro em 12 de novembro de 2013 - terça às 21:22

Excelente matéria. De fato, precisamos enaltecer nossa história.

Parabéns
Antônio Garcia Leal - Advogado/SP

 
Anto Garcia Leal em 14 de dezembro de 2012 - sexta às 15:17

Parabéns pela matéria!
Nossas escolas,faculdades e a nossa imprensa deveria divulgar mais sobre a nossa culturaa nossa estória como estados Brasileiros como Pernambuco divulga o a Batalha dos guararapes aonde a patria nasceu, o Rio Grande do Sul afarroupilha eMinas Gerais a Inconfidência Mineira que é lembrado e comemorado todos os anos em cerimonia civicas...vamos pensar nisso que valorizara cada um cidadão deste estado.

 
weverson F. de Castro em 23 de agosto de 2012 - quinta às 15:19

Homens iguais ao Bravo e Valente Ten.Antonio João Ribeiro infelizmente quase não existem mais. Mas temos a honra de poder dizer que esse destemido e bravo militar naceu em nosso grande estado de Mato Grosso, mais precisamente na cidade de Poconé, que na época éra provincia de MT. Esse destemido militar enfrentou,lutou e resestiu por muito tempo ( não se sabe se foi um dia ou vários dias ) a um exército de mais de 200 soldados paraguaios só com pouco mais de uma dúzia de bravos e fieis soldados matogrossenses que um a um foram tombando diante do poderío bélico do inimigo, mas que jamais em tempo algum deixou seu comandante só na batalha. Esse grande homem brasileiro-matogrossense nos deixou um grande legado tal qual o tambem grande Mal. Rondon que tinha como lema ''morrer se preciso for, matar nunca''.É com grandes homens que se faz uma grande e abençoada nação. Um abraço a todos os matogrossenses daqui e tambem do sul.

 
Ivair Caetano Rosa em 16 de agosto de 2012 - quinta às 19:10

parabens pela materia sou uns que ama essa historia,estive no rio de janeiro visitei sua estatua e no museu onde esta seus restos mortais,presisamos passar a historia do nosso municipio para nossos filhos e netos nos temos aqui uma das melhoresa historias do pais so depende de nos divugarmos.

 
vereador jacquelino l. Aristimunho em 15 de fevereiro de 2012 - quarta às 16:26

...algué já leu a História do Paraguay? "O nascimento do coração da América", são 20 capítulos, incluindo a Guerra. Para quem gosta de ler, é muito interessante.

 
Carlos Velozo em 25 de janeiro de 2012 - quarta às 19:16

NOSSA Q MATERIA LINDA HOMENS COMO ESSE TEM Q SER LEMBRADO SEMPRE NOSSA TENHO 30 ANOS E NAO SABIA DESSA HISTORIA ....OS PROFESSORES PODERIAM CONTAR NAS ESCOLAS HISTORIA TAMBEM DA NOSSA TERRA...FICARIA MAIS INTERRESANTE AS AULAS ...PARABENS A QUEM FEZ ESSA materia....

 
ELAINE CRISTINA em 25 de janeiro de 2012 - quarta às 17:47

E uma pena que os jovens douradenses saibam tão pouco dessa história tão bonita do lugar que vivemos e que amamos tanto.
Essa história deveria ser contada nas escolas e passada dos nossos antepassados para cada geração, para que ela não se apague e para que nossos filhos saibam que essa terra foi defendida por grandes homens, grandes heróis.
Em uma oportunidade, fui com minha família ao Rio de Janeiro, mais especificamente na praia Vermelha, e fiquei orgulhosíssima de conhecer um monumento erguido aos heróis da guerra do Paraguai, com a estátua do Ten. Antonio João, Guia Lopes da Laguna e outros heróis daqui da nossa terra!

 
ZILDA em 25 de janeiro de 2012 - quarta às 16:29

Parabéns pela matéria!
Um povo sem memória é um povo sem história.

 
Sergio em 25 de janeiro de 2012 - quarta às 14:25

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