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UFGD

Sem previsão de negociação, servidores mantém greve

02 junho 2015 - 13h00

A greve dos professores e técnicos em educação da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) continua. Até o momento não se foi marcada entre as classes e governo federal nenhuma negociação. As informações foram repassadas ao Dourados News na manhã desta terça-feira (02), pelo comando de greve dos técnicos em educação e pelo presidente da ADUF (Associação dos Docentes da UFGD), Fábio Perboni.

De acordo com ele, as aulas estão paralisadas e apenas atividades essenciais continuam no Hospital Universitário e eventos que já estavam programados como palestras.

“As aulas estão paralisadas. Não foi agendada nenhuma reunião para negociação, o governo informou que irá analisar as reivindicações e assim que tiver uma proposta vai nos comunicar, para então reunirmos e discutirmos”, explicou o presidente.

As reivindicações estão divididas em cinco eixos, dentre elas a defesa do caráter público da universidade que entra em discussão a terceirização, condições de trabalho por conta da falta de recursos, corte de verbas, garantia de autonomia orçamentária, reestruturação da carreira dos docentes e a valorização salarial de ativo e aposentados.

Ele disse ainda que na tarde de segunda-feira (01), em uma assembleia realizada pelo DCE (Diretório Central dos Estudantes), foi definido o apoio dos alunos a greve. “Não participei da reunião, mas sei que eles decidiram a favor da causa dos professores, ou seja, eles apoiam a greve” disse o presidente.

Perboni informou que será realizada uma atividade na tarde da quarta-feira (03), no Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) de Dourados, onde serão discutidas as reivindicações da categoria e sobre o andamento da greve.

Assim como os professores, os técnicos em educação, que estão no quarto dia de greve, não tem previsão de negociação e com isso continuam com as atividades paralisadas.

“Todas as terças e quintas, participamos de atividades como hoje no plantio de árvores na avenida Guaicurus. Em outros dias da semana, nos reunimos para discutir sobre a paralisação e também as atividades que iremos realizar durante a próxima semana”, disse Rosiane Cruz, que faz parte da Comissão de Greve.

De acordo com Rosiane, a negociação é feita pela Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil), MEC (Ministério da Educação) e Ministério do Planejamento e que não houve nenhum convite para negociação por parte deles.

Entre as reivindicações da categoria estão, o reajuste salarial de 27.3%, cálculo feito pela Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) baseado nos últimos cinco anos, o reposicionamento dos aposentados e pensionistas na categoria, jornada de trabalho de 30 horas semanais, piso mínimo de três salários mínimos para os iniciantes na carreira entre outros.

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