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DOURADOS

Prefeitura compra galerias por R$ 360 mil para obra na Avenida Presidente Vargas

09 julho 2019 - 10h04Por André Bento

A Prefeitura de Dourados usou mais R$ 360.880,00 dos R$ 871.827,88 repassados pelo Governo de Mato Grosso do Sul para obra da Avenida Presidente Vargas, bloqueada desde o dia 2 de abril. No início deste mês, recorreu à dispensa de licitação para comprar galeria celular pré-fabricada de concreto armado, as aduelas por onde o Córrego Laranja Doce correrá sob a pista.

Divulgado na edição desta terça-feira (9) do Diário Oficial do Município, o extrato do contrato nº 244/2019/DL/PMD informa que foi contratada a Concrevale Concretos LTDA. O prazo de vigência é contado de 4 de julho com término em 9 de setembro.

Os recursos utilizados nesse contrato são oriundos do Convênio n° 005/2019-SGI/CONVEN n° 29.199/2019, celebrado pelo município com a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) no dia 16 de maio.

Por meio dele, o governo estadual garantiu repassar R$ 871.827,88 em duas parcelas iguais, de R$ 435.913,94. Desse montante, R$ 496.557,75 já haviam sido comprometidos pela prefeitura para pagar a Planacon Construtora LTDA, também contratada via dispensa de licitação, em 6 de junho.

Desde o dia 14 do mês passado, essa empresa é responsável pela execução de serviços de infraestrutura para reconstrução de macrodrenagem para transposição do Córrego Laranja Doce, microdrenagem de águas pluviais e pavimentação asfáltica, na Avenida Presidente Vargas (Parte) x Travessia do Córrego Laranja Doce.

As dispensas de licitação utilizadas pela prefeitura são possíveis porque no dia 20 de maio a prefeita Délia Razuk (PL) decretou situação de emergência em virtude do desmoronamento da canalização do Córrego Laranja Doce, que passa sob a Avenida Presidente Vargas. O objetivo era ter mais celeridade nas contratações para finalizar a obra até setembro.

No dia 2 de julho, o Durados News visitou o local e foi informado pelo encarregado da obra, Silvio Alves Benites, que após as escavações de até 11 metros de profundidade seriam colocadas as aduelas. “Vamos escavar, depois aterra com pedra e concreto de 15 centímetros, e coloca a aduela, que é uma galeria de dois e meio de largura por dois e meio altura”, detalhou. Somente depois o pavimento deve ser refeito.

Naquela ocasião, ele também explicou que a rede antiga, que ruiu com o aumento do volume de água e gerou esse enorme buraco, era bem menor. “Antes o que tinha aqui era quatro tubos de 80, agora vai ficar cinco metros de boca. É um serviço para toda vida”, afirmou.

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