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FIM DA ERA

“Poucas universidades podem reunir as qualidades da UFGD”, afirma ex-reitor

04 junho 2015 - 08h00

O reitor Damião Duque de Farias, em discurso no evento de encerramento do mandato do quadriênio 2011-2015, listou diversas características que diferenciariam a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) das outras universidades do Brasil.

“Poucas universidades podem reunir as qualidades da UFGD. Poucas podem dizer que são referência em promoção da cultura na cidade e no Estado; que tem uma política qualificada de extensão, com programas institucionais e muitos professores comprometidos; podem dizer quem são referência nacional em assistência estudantil; que a maioria dos cursos de graduação são nota 4 e 5; e que mesmo com poucos servidores, técnicos e professores, podem dizer que criaram tantos cursos de pós-graduação. Isso é resultado do esforço de todas as pessoas que estudam e trabalham na UFGD”, afirmou o reitor Damião Duque de Farias.

O encerramento ocorreu na tarde desta terça-feira (02), no auditório da Unidade 1 da UFGD, com a presença de representantes dos movimentos sociais do campo e da comunidade indígena, além de estudantes, técnicos administrativos, docentes e pró-reitores.

As obras realizadas desde 2006 para criação, instalação e expansão da universidade também foram citadas pelo reitor como fator importante para alcançar os resultados positivos. Ele destacou o total de aproximadamente 70 mil metros quadrados de área construída, sem mensurar as reformas nos prédios já existentes.

A partir de 2006, a UFGD teria promovido um impacto de “revolução” nos números e dados sobre educação superior em Mato Grosso do Sul, tanto pelo conjunto e qualidade dos cursos de graduação criados, já que eram 19 cursos em 2006 e passaram a ser 40 cursos em 2014, nas modalidades presencial e a distância (4 cursos), quanto pela criação de cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado), que eram apenas 4 em 2006 e foram ampliados para 26 em 2014, contribuindo para a vinda de recursos financeiros para a instituição e para a excelência na produção de conhecimento.

“Tudo isso costurado com o compromisso social com as minorias, como a população do campo e os indígenas, sendo que mesmo o que fizemos ainda é pouco nessa direção. É preciso um esforço extraordinário para chegar onde eles mereçam estar em termos de direitos. Mas, com o que foi possível realizar nesses 10 anos de UFGD, criamos uma universidade reconhecida pelo compromisso social e pela excelência”, destacou o reitor Damião Duque de Farias.

Hoje a UFGD possui a Faculdade Intercultural Indígena (FAIND), com dois cursos de graduação, a Licenciatura Indígena Teko Arandu e a Licenciatura em Educação no Campo, e uma pós-graduação, a especialização em Educação Intercultural. Cursos que são resultado do processo de aproximação da universidade com as demandas por formação superior do Movimento de Professores Guarani Kaiowá e dos movimentos sociais do campo, por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), por exemplo.

Para finalizar seu discurso, Damião disse que foi um privilégio enorme ser reitor e compartilhar a caminhada com todos e todas nesse período. “Tenho orgulho de dizer que fui reitor. Deixo o cargo e estarei na condição de docente. Vou continuar a manter esses compromissos e estarei atento e perseverante nesse caminho. Estaremos juntos e a luta continua!”, defendeu Damião.

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