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MEIO AMBIENTE

Pesquisadores da UEMS recebem Prêmio Troféu Marco Verde 2018

19 outubro 2018 - 21h05Por Da Redação

A Prefeitura de Dourados, o Imam (Instituto do Meio Ambiente) de Dourados e o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente premiaram com o "Troféu Marco Verde 2018" os professores da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), Aguinaldo Lenine Alves e Etenaldo Felipe Santiago, em reconhecimento a projetos ligados ao meio ambiente. A UEMS foi a única instituição premiada nesta edição. A entrega ocorreu na terça-feira, dia 16 de outubro, durante a XVIII Semana do Meio Ambiente.

O Prêmio tem o principal objetivo de divulgar e estimular as ações em prol do meio ambiente na maior cidade do interior de Mato Grosso do Sul. As indicações de projetos foram analisadas pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdam).

O professor, Aguinaldo Lenine Alves, recebeu o prêmio pelos projeto “Estudos das propriedades mecânicas de pavers de concreto obtidos através da introdução de resíduos plásticos”. O trabalho foi produzido no Centro de Tecnologias de Materiais (Cepemat), da  UEMS em Dourados, onde foram utilizardos resíduos plásticos no concreto, para confecção de lajotas para calçadas.

Com projetos nesta mesma linha de reutilização de resíduos para fabricação de concretos, os pesquisadores do Cepemat já foram reconhecidos nacionalmente: na 9ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável, onde ficaram entre os cinco ganhadores, de 2016; em 2012 ganharam o Prêmio Odebrecht; e em 2015 foram selecionados para a final do prêmio Santander Ciência e Inovação.

 “Esse troféu premia o trabalho que o pesquisador vem desenvolvendo no sentido de preservação do meio ambiente na sociedade. Nós estamos aqui para atender a comunidade e precisamos de mais valorização por parte do poder público. A UEMS é um tesouro, aqui temos produção e daqui saem soluções para muitos problemas do Estado”, ressaltou Lenine.

Etenaldo Felipe Santiago, docente da UEMS, foi premiado pelos projetos que desenvolve na linha ambiental de restauração de áreas degradadas, utilizando resíduos orgânicos na formação de substrato para produção de mudas com fins de restauração.

“Nós usamos resíduos como o lodo de esgoto da estação de tratamento, o bagaço de cana, o conteúdo ruminal e o capim Napier. A nossa parceria é com a Embrapa e envolve a compostagem do material e os testes fisiológicos com as plantas de espécies nativas. Depois nós vamos a campo e fazemos a restauração com essas mudas nativas”, disse.

Com estes projetos já foram plantas 5 mil mudas no Parque de Ivinhema e foi revitalizada uma mata no Parque Arnulpho Fioravante, em Dourados. E também há parcerias com as prefeituras das cidades de Jateí, Taquarussu e Deodápolis.

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