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DOURADOS

Pepa é absolvido de denúncia e aguarda Justiça para retomar mandato

16 maio 2019 - 15h45Por Adriano Moretto

Como ocorreu na noite de ontem (15/5), quando o vereador afastado Cirilo Ramão (MDB) foi absolvido da denúncia de quebra de decoro parlamentar pelo Plenário da Câmara de Dourados, Pedro Pepa (DEM) também conseguiu os votos suficientes para evitar a sua cassação. 

Com 11 legisladores favoráveis à perda do mandato e seis contrários, além de dois impedimentos, o democrata teve arquivado o processo e agora aguarda determinação judicial para que possa retomar o mandato.

A exemplo da sessão de quarta-feira, votaram novamente pela absolvição Maurício Lemes (PSB), Junior Rodrigues (PR), Bebeto (PR), Jânio Miguel (PR), Juarez de Oliveira (MDB) e Carlito do Gás (Patriota). 

Os seis acompanharam o parecer da comissão presidida por Carlito e que tinha como relator Júnior Rodrigues. 

Já os favoráveis à cassação foram Alan Guedes (DEM), Sérgio Nogueira (PSDB), Romualdo Ramin (PDT), Madson Valente (DEM), Olavo Sul (Patriota), Daniela Hall (PSD), Silas Zanata (PPS), Elias Ishy (PT), Lia Nogueira (PR), Marcelo Mourão (PRP) e Cido Medeiros (DEM). 

Toninho Cruz e Marinisa Mizoguchi, ambos do PSB, ficaram impedidos de julgar. 

Cifra Negra

Pepa foi preso na Operação Cifra Negra, desencadeada em dezembro do ano passado, por suspeita de integrar esquema criminoso visando fraudes em contratos licitatórios entre a Câmara de Dourados e empresas prestadoras de serviço no ramo de tecnologia de informação. 

Além dele, Cirilo Ramão e Idenor Machado (PSDB), além do ex-vereador Dirceu Longhi (PT), ex-servidores da Casa e empresários, acabaram presos na mesma ação desencadeada pelo Ministério Público Estadual. 

Segundo denúncia à Justiça, os parlamentares recebiam propina das empresas contratadas pelo Legislativo, através de processos licitatórios considerados cheio de ‘vícios’.

Pepa, Cirilo e Idenor foram denunciados por quebra de decoro parlamentar pelo farmacêutico bioquímico Racib Panage Harb e com a absolvição dessa quinta, resta à Câmara apenas o julgamento de Idenor. 

O prazo para a comissão que analisa o caso do parlamentar entregar o parecer terminaria no dia 19 de maio, porém, nesta tarde o relator do caso, vereador Junior Rodrigues, opinou pela cassação do mandato. 

 

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