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ARTIGO

Os três porquinhos

13 fevereiro 2019 - 10h05Por Wilson Aquino

Ao longo da minha carreira como cidadão, encantado pela beleza e inocência infantil, devo ter contado e interpretado mais de mil vezes a história de “Os três porquinhos”. Para minha filha então, Maria Ritha, foram centenas de vezes. Mesmo contando e inventando outras historinhas, ela sempre pedia também essa, pois gostava especialmente da parte em que o lobo soprava e mandava pelos ares, primeiro a casa de palha, depois a de madeira. Só não conseguiu derrubar a casa de tijolos (ficou com o focinho roxo de tanto soprar), muito bem alicerçada pelo irmão mais velho que se preocupou em estabelecer sua residência em solo rochoso, com paredes firmes e fortes.

Na vida real não é diferente. Pessoas têm construído suas moradias sobre terrenos frágeis, arenosos, sem a devida preocupação em fincar alicerces profundos, fortes suficientes para que a edificação não sucumba pela ação das águas, da lama, dos tremores, ou de qualquer outra força física ou espiritual.

Devido a esse fato, de não termos tantos lares formados sobre bons e profundos alicerces, temos assistido, lamentavelmente, a destruição de famílias em todos os lugares. Prova disso são os números recordes de divórcios e separações; um número crescente de gravidez indesejada, inclusive de jovens e adolescentes (crianças); meninos e meninas, arrastados dos lares pelas correntezas das drogas, das bebidas e até da prostituição.

Os noticiários estão cheios de casos de filhos que abandonam seus lares em ruínas para viverem no mundo da violência, onde são “adotados” pela marginalidade e se especializam em variadas modalidades do crime. Triste e lamentável esse quadro, real e crescente em nosso país.

Além da culpabilidade dos pais, pelo desmoronamento do lar, o poder público tem também grande responsabilidade por essa situação. Primeiro pela inércia de suas ações visando o fortalecimento e união das famílias, como adotar medidas que gerem emprego e renda; Depois, por não executar obras e serviços de infraestrutura em todas as áreas para que as famílias tenham os devidos amparos e condições para permanecerem unidas. Isto sem contar com os desvios de bilhões de reais para o enriquecimento próprio. Dinheiro esse que poderia ser investido em mais saúde, educação, áreas de esporte, cultura e lazer, que permitiriam que as pessoas tivessem melhor qualidade de vida.

E como num conto de fadas, onde tudo termina bem, na vida real isso também é possível, mesmo diante desse lamentável quadro de crise que viemos hoje no Brasil. As famílias podem sim serem reestruturadas, fortalecidas e voltarem a ser unidas para sempre.

Nada está perdido para a família ou a qualquer um, porque o Plano de Deus, Nosso Salvador e Criador de todas as coisas, permite     isso como um milagre. Basta que nos esforcemos para isso. Se assim o fizermos, se O buscarmos, apelarmos pela Sua ajuda, então Ele entra em ação e promove sim verdadeiros milagres para que tenhamos famílias fortes e inabaláveis. Essas afirmações são verdadeiras e não acreditar em Deus é prolongar mais o sofrimento de todos.

Coisas incríveis acontecem quando nos despimos de nosso orgulho e arrogância e  dobramos nossos joelhos em oração a Deus, onde podemos ter conversa franca com Ele, nos abrindo e expondo todos os nossos sentimentos e sofrimentos; nossos pecados, nossos anseios... e no final, selando tudo, nossa conversa com Ele, em nome de Jesus Cristo (como Ele nos ensinou), podemos nos preparar para grandes e maravilhosas mudanças em nossas vidas. Acredite!

Um amigo de trabalho, de nome Samuel, me lembrou esta semana de uma passagem Bíblica muito apropriada para o desfecho desta mensagem sobre a importância da presença de Deus nos lares, no coração de todos os membros da família:

“Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante:

É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pode abalar, porque estava fundada sobre a rocha” (Lucas 6; 47-48)

 

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