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Fisioterapia da Unigran quebra barreiras com paciente tetraplégico

02 Dezembro 2011 - 10h19

O paciente da Clínica de Fisioterapia da Unigran, Marcos Ferreira da Silva, de 30 anos, surpreendeu a todos com o avanço em sua recuperação. Marcos, que estava há dez anos sem dar nenhum passo, comemora hoje, a possibilidade de caminhar com auxílio de órteses, que são dispositivos que garantem estabilidade aos membros inferiores.

De acordo com a professora e fisioterapeuta da Unigran, Raphaela Ishizuka, o paciente ficou com tetraplegia devido a um acidente de moto e desde então realiza tratamento de fisioterapia e musculação. A professora destaca que a literatura afirma não haver prognóstico para marcha de pacientes com este tipo de lesão. “O Marcos é um paciente que tem bastante força de vontade. Além da motivação, o paciente também tem muita disciplina, o peso adequado que permitiu-lhe que pudesse desenvolver a marcha. Esta é uma grande conquista, pois a literatura não relata casos de pacientes que andaram com este tipo de lesão.”, afirma.

Marcos Ferreira da Silva conta que está muito satisfeito com a evolução e os benefícios que a Fisioterapia trouxe para sua vida. “Eu não achava que eu pudesse chegar a esse estágio, porque quando a gente estuda um pouco da lesão, a literatura diz que não é possível. Mas a gente sempre tem que correr atrás e, graças a Deus, isso está sendo possível.

Eu só tenho a agradecer pelo trabalho desenvolvido pelos fisioterapeutas e alunos de Fisioterapia da Unigran e dizer que, por mais que as pessoas digam que você não vai conseguir algo, ou que não vai dar certo, você não pode desistir. Tem que erguer a cabeça e seguir em frente e nunca deixar de acreditar em si mesmo”, ressalta o paciente.

Segundo a professora Raphaela Ishizuka, uma pessoa com tetraplegia possui várias limitações em seus movimentos. “Ele teve uma lesão medular alta, o que faz com que ele tenha uma limitação dos movimentos dos membros inferiores e superiores. A medula leva as informações motoras do sistema nervoso superior para o corpo, e sensoriais do corpo ao sistema nervoso superior. Uma lesão medular interrompe esta comunicação, limitando os movimentos e bloqueando a sensibilidade. Então, o Marcos não tem nenhum movimento dos membros inferiores e tem alguns movimentos dos membros superiores.”, explica.

###Processo de recuperação
O acadêmico do 8º semestre de Fisioterapia da Unigran, Luiz Eduardo Pablos, que realiza estágio na Clínica, acompanha a recuperação de Marcos da Silva e afirma que os resultados são surpreendentes. “Ele começou com os exercícios nas barras paralelas e propomos a ele que tentasse dar uns passos. Começamos apoiando e ajudando ele para que aos poucos ele relembrasse como era andar. Colocamos ele na sala de espelhos para que ele pudesse se ver andando. Aos poucos, ele foi conseguindo. Era uma coisa inesperada, que ninguém colocava fé que pudesse acontecer”, conta.

Andressa Tagliari, que também é acadêmica do 8º semestre do curso de Fisioterapia, auxilia nos atendimentos, e conta que a recuperação do paciente é muito gratificante para o profissional. “A hora que ele pegou a firmeza, que entendeu que ele fazia o movimento, a gente não precisou mais segurar e ele estava andando sozinho com o andador. Isso serviu para que eu pudesse ver que o impossível é só uma questão de opinião”, destaca.

###Formação e estrutura de Qualidade
A fisioterapeuta Raphaela ressalta também que a ampla estrutura física, com recursos modernos e sofisticados da Clínica de Fisioterapia, aliada à formação de qualidade que a UNIGRAN oferece aos seus alunos foi um fator que contribui muito para o sucesso dos tratamentos.

“O estágio é uma atividade muito importante. Aqui os acadêmicos tem oportunidade de desenvolver as habilidade e competências práticas necessárias para ser um profissional de excelência, pois já chegam com base teórica e aprimoram suas técnicas em beneficio do paciente. Então, com um paciente que tem força de vontade e um acadêmico que foi muito bem preparado durante todos os anos do curso, só podemos superar barreiras mesmo.”,
ressalta a fisioterapeuta.

O curso de Fisioterapia da Unigran tem duração de quatro anos no período diurno e cinco anos no período noturno e oferece uma estrutura moderna e adequada para a formação qualificada de seus egressos, além de contar com o trabalho da Clínica de Fisioterapia. O profissional pode atuar em estabelecimentos como consultórios e clínicas, centros de reabilitação, unidades básicas de saúde, estratégia de saúde na família, centros geriátricos, spas, hospitais especializados, indústrias, empresas, instituições, bancos, clubes esportivos, atendimento domiciliar, unidade de terapia intensiva, equipe multidisciplinar e no ensino superior.

Para o Processo Seletivo Vestibular 2012, a Unigran oferece 60 vagas para período diurno e 60 para o noturno. As inscrições podem ser feitas até hoje, por meio do site www.vestibularunigran.br. A taxa de inscrição é de 25 reais. As provas serão realizadas neste domingo, 4, às 14 horas, na Unigran.

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