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Expansão de aeroportos regionais prevê investimentos em MS

22 dezembro 2012 - 12h00



O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira (20) o Programa Nacional de Investimentos em Logística de Aeroportos. A ação contempla os municípios de Corumbá, Coxim, Costa Rica, Bonito, Dourados, Naviraí, Nova Andradina e Três Lagoas. O deputado Geraldo Resende (PMDB) participou da destinação dos recursos e das visitas técnicas do aeroporto de Dourados.

O parlamentar comemorou a inclusão dos outros municípios e destacou a participação de toda a bancada federal em Brasília. “Nos reunimos com o Governador André Puccinelli e utilizamos o exemplo de Dourados da gestão dos projetos para garantir que regiões polos importantes do Estado fossem contempladas. É mais uma ação dos parlamentares de Mato Grosso do Sul que resultará em um grande avanço”, afirmou.

A vertente aeroportos do Programa Nacional de Investimento em Logística faz parte de uma ação governamental divulgada em agosto, quando contemplou apenas os modais ferroviário e rodoviário. O recurso prevê reforma e construção de pistas, melhorias em terminais de passageiros, ampliação de pátios, revitalização de sinalizações e de pavimentos. No ano passado a equipe técnica do Governo do Estado entregou à Secretaria de Aviação Civil quais seriam as principais demandas do Estado.

“Priorizamos os aeroportos que vão atender regiões inteiras e proporcionar maior locomoção de pessoas e serviços. Outro ponto que elencamos foram as riquezas turísticas do Estado que, por vezes, tem como gargalo o difícil acesso. Estamos utilizando como exemplo os aeroportos regionais americanos e acredito que dessa forma o sul-mato-grossense, assim como o brasileiro viajará mais de avião”, ressaltou Geraldo.

No País serão investidos R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais. Uma nova norma, que foi publicada nesta sexta-feira (21) no Diário Oficial da União, vai regular os aeródromos civis para aviação geral. Esses aeroportos essencialmente voltados para serviços aéreos privados poderão ser planejados com maior rapidez para atender diferentes mercados, mantidas todas as regras e normas de segurança.

Essa modalidade inclui serviços de aviação executiva, táxi aéreo, instrução e treinamento (aeroclubes e escolas de aviação), agrícola, publicidade, combate a incêndio, aerodesporto, experimental, vendas de aparelhos e manutenção. Segundo a Associação Brasileira de Aviação Geral, em 2011 a frota brasileira desse segmento chegou a 13.094 aeronaves, 6,3% mais do que em 2010.

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