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PURIFICAÇÃO

Ex-secretário de Saúde é preso em ação da PF contra supostas fraudes em Dourados

06 novembro 2019 - 09h10Por André Bento

A Polícia Federal confirmou que o ex-secretário municipal de Saúde, Renato Oliveira Garcez Vidigal, de 34 anos, foi alvo de mandado de prisão preventiva cumprido na manhã desta quarta-feira (6) em Dourados. Atualmente ele é coordenador do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Outra prisão não aconteceu ainda porque a pessoa está fora da cidade e não foi encontrada.

Deflagrada hoje, a segunda fase da Operação Purificação mira supostas fraudes superiores a R$ 2 milhões na Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados), que está sob intervenção municipal desde junho por dívidas originalmente em R$ 21 milhões. Desta vez, as suspeitas recam sobre contratos de transporte de pacientes e serviços de informática.

O Dourados News apurou que os federais também passaram pela Secretaria Municipal de Saúde em por uma casa do Jardim Santo André.

Ao todo, foram expedidos dois mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão pela 1ª Vara Federal de Dourados. Eles são cumpridos no próprio município e em Presidente Epitácio, no Estado de São Paulo.

Formado em Medicina na turma de 2009 da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), Renato Vidigal foi nomeado como secretário-adjunto de Saúde durante a gestão interina de Délia Razuk na prefeitura, de de novembro de 2010 a fevereiro de 2011.

Ele tornou-se titular da pasta já no início do atual mandato, em 1º de janeiro de 2017, mas pediu exoneração da secretaria no dia 17 dezembro de 2018. Já em fevereiro deste ano, passou a ser coordenador do Samu.

Segundo a Polícia Federal, investigação iniciada em setembro de 2018 demonstrou “indícios de que uma empresa, a qual fornecia refeições via contrato público através de dispensa de licitação para a Secretaria Municipal de Saúde, seria de propriedade de um ex-Secretário de Saúde e de outro servidor público municipal”.

Essas informações constam em análise da CGU (Controladoria Geral da União) anexada a inquérito do MPE-MS (Ministério Público Estadual) que aponta uma série de supostas fraudes na Funsaud. Contudo, a Promotoria de Justiça impôs sigilo às investigações, pouco depois de solicitar apoio do Ministério Público Federal.

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