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SISTEMA DE SEGURANÇA

Em meio a "turbilhão" com aliados, Temer visita instalações do Sisfron em Dourados

09 julho 2015 - 06h37

Em meio a aparente crise existente entre a base aliada – mais precisamente o PMDB - e o governo Dilma Rousseff (PT), o presidente em exercício Michel Temer (PMDB) desembarca em Dourados na manhã desta quinta-feira (9). Na maior cidade do interior de Mato Grosso do Sul, ele conhecerá as ações desenvolvidas no âmbito do Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), implantado como piloto no município em novembro de 2014.

O desembarque no aeroporto Francisco de Matos Pereira está agendado para as 9h e de lá, Temer segue até a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada – Brigada Guaicurus -, onde conhecerá o funcionamento do projeto que consumiu recursos de R$ 900 milhões em terras sul-mato-grossenses e prevê investimentos de mais de R$ 12 bilhões até 2017, quando está previsto o funcionamento do monitoramento em toda a extensão de fronteira brasileira.

Por conta da visita do presidente em exercício, um forte esquema de segurança será montado no interior da Brigada.

Serviços de entrega ou visitas entre as 8h e 15h estarão suspensos. Apenas pessoas credenciadas para o evento terão acesso ao local. O trânsito na avenida Guaicurus – que passa em frente aos quartéis e que também dá acesso à Cidade Universitária, aeroporto, distritos e a região central de Dourados, não sofrerá interferência.

Temer assumiu a presidência da República na quarta-feira (8) e deve permanecer até o final de semana, quando Dilma Rousseff (PT) retorna da reunião dos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), na Rússia.

CRISE NA BASE ALIADA

Michel Temer assume o país num momento onde a base aliada e o governo não falam a mesma língua. As recentes derrotas, tanto na Câmara dos Deputados, quanto no Senado, locais presididos pelo PMDB, são exemplos do mau momento entre os lados.

A aprovação em primeira votação da maioridade penal na semana passada após manobra realizada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na semana passada e vetos feitos pelo Senado, presidido por Renan Calheiros (PMDB-AL), têm evidenciado o problema.

Recentemente Cunha chegou a sugerir que Temer tem sofrido sabotagem por parte do PT e pediu para o mesmo deixar a articulação da presidente Dilma Rousseff. A afirmativa deu fôlego a oposição que se mostra cada vez mais propensa a retomar e pressionar pelo impeachment da presidente.

Em Brasília, ontem (8), ele chegou a comentar os problemas entre governo e base aliada e alegou que o país vive uma situação institucional extraordinária e, no intuito de apagar mais um incêndio, pediu todos os partidos unidos para o Brasil sair da crise econômica em que vive.

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