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GREVE GERAL

Em manifesto, sindicalistas dizem que "pressão" contra o governo continuará

14 junho 2019 - 16h35Por Gizele Almeida

Na tarde desta sexta-feira (14), manifestantes se reuniram em frente a sede do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), na avenida Weimar Gonçalves Torres, em Dourados para dar sequência a ato da Greve Geral. O movimento teve início nesta sexta-feira (14),pela manhã, na Praça Antônio João, e foi retomado nesta tarde, com pautas contra a Reforma da Previdência, cortes na Educação Pública, intervenção nas Universidades Federais e privatizações. 

Por volta das 14h, o ato reuniu centenas de participantes entre representantes sindicais, estudantes e público em geral, em frente à sede do Instituto. Posteriormente os manifestantes seguiram em caminhada pela Marcelino Pires e terminou na Havan, rede de lojas de propriedade de Luciano Hang, que mantém posicionamento oposicionista às medidas da esquerda brasileira. 

Durante a ação, panfletagem foi realizada com população e comerciantes e também intervenções culturais com danças, encenações e ‘batucadas’ na via. 

Ronaldo Ramos, do Sindicato dos Bancários, diz notar que os movimentos em todo o país tem refletido no andamento da Reforma da Previdência. Ele cita alguns pontos da proposta que para os manifestantes representam retirada de direitos e que acredita que deveriam ser revistos. 

“Os Governadores e deputados da oposição tem buscado modificações no texto da Reforma e vemos que os movimentos tem feito a diferença, temos mostrado nossa indignação. Somos contra a aprovação da pauta como tem sido colocada, com aumento do tempo de contribuição, desconstitucionalização, afetando o servidor público e também trabalhadores, em especial os que vão receber de um a dois salários mínimos. Precisamos desse enfrentamento para que haja alterações no texto”, pontua. 


Ele destacou que os participantes vão traçar outras ações referentes a pauta, as quais visam também alcançar a população, sendo que “a pressão continuará”. 

Estudantes da UFGD além da “bandeira” contra cortes de gastos na educação, se posicionavam contrários a nomeação da reitora interina Mirlene Ferreira Damazzio. Para eles, a decisão do ministro Abraham Weintraub sem levar em conta a consulta prévia, interfere na independência universitária. 

A Polícia Militar acompanhou os atos nesta tarde (14) e auxiliou o trânsito para maior segurança. 

 

 

 

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