Menu
Busca sábado, 14 de dezembro de 2019
(67) 9860-3221
GREVE GERAL

Em manifesto, sindicalistas dizem que "pressão" contra o governo continuará

14 junho 2019 - 16h35Por Gizele Almeida

Na tarde desta sexta-feira (14), manifestantes se reuniram em frente a sede do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), na avenida Weimar Gonçalves Torres, em Dourados para dar sequência a ato da Greve Geral. O movimento teve início nesta sexta-feira (14),pela manhã, na Praça Antônio João, e foi retomado nesta tarde, com pautas contra a Reforma da Previdência, cortes na Educação Pública, intervenção nas Universidades Federais e privatizações. 

Por volta das 14h, o ato reuniu centenas de participantes entre representantes sindicais, estudantes e público em geral, em frente à sede do Instituto. Posteriormente os manifestantes seguiram em caminhada pela Marcelino Pires e terminou na Havan, rede de lojas de propriedade de Luciano Hang, que mantém posicionamento oposicionista às medidas da esquerda brasileira. 

Durante a ação, panfletagem foi realizada com população e comerciantes e também intervenções culturais com danças, encenações e ‘batucadas’ na via. 

Ronaldo Ramos, do Sindicato dos Bancários, diz notar que os movimentos em todo o país tem refletido no andamento da Reforma da Previdência. Ele cita alguns pontos da proposta que para os manifestantes representam retirada de direitos e que acredita que deveriam ser revistos. 

“Os Governadores e deputados da oposição tem buscado modificações no texto da Reforma e vemos que os movimentos tem feito a diferença, temos mostrado nossa indignação. Somos contra a aprovação da pauta como tem sido colocada, com aumento do tempo de contribuição, desconstitucionalização, afetando o servidor público e também trabalhadores, em especial os que vão receber de um a dois salários mínimos. Precisamos desse enfrentamento para que haja alterações no texto”, pontua. 


Ele destacou que os participantes vão traçar outras ações referentes a pauta, as quais visam também alcançar a população, sendo que “a pressão continuará”. 

Estudantes da UFGD além da “bandeira” contra cortes de gastos na educação, se posicionavam contrários a nomeação da reitora interina Mirlene Ferreira Damazzio. Para eles, a decisão do ministro Abraham Weintraub sem levar em conta a consulta prévia, interfere na independência universitária. 

A Polícia Militar acompanhou os atos nesta tarde (14) e auxiliou o trânsito para maior segurança. 

 

 

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

Condenada por morte de namorado, mulher que alegou roleta-russa é presa
RURAL
Meta da agropecuária é abastecer mercado interno, diz Tereza Cristina
CINEMA
Danny Aiello, ator de 'Faça a coisa certa', morre aos 86 anos nos EUA
SIDROLÂNDIA
Polícia apreende carga de 80 pneus de origem estrangeira na MS-162
ERRO
Governo torna sem efeito promulgação da Reforma da Previdência Estadual
RIO BRILHANTE
Homem que teria brigado com pedreiro antes de assassinato se apresenta
SAÚDE
Juiz determina que empresa volte a fornecer alimentação para o HU
CAPITAL
Homem morre ao passar mal após comer paçoca que ganhou de amigo
RIO DE JANEIRO
Ex-deputados Edson Albertassi e Paulo Melo são soltos por engano
RESORT
Morre menino vítima de queda de avião em resort no sul da Bahia

Mais Lidas

CAARAPÓ
Homem é assassinado a golpes de faca após discussão em bar
DOURADOS
Inteligência da PM prende dois por tráfico no bairro Estrela Tovi
GRANDE DOURADOS
Quadrilha especializada em roubo de caminhonetes é desarticulada e seis são presos
FURTO
Polícia recupera objetos e fecha ponto de receptação em Dourados