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CINEMA

Dourados volta às telonas com gravação de novo filme

09 agosto 2018 - 15h20Por Gizele Almeida

O filme “A Pele Morta” terá gravações em Dourados e inclusive realizará uma seletiva de elenco no município. A assessoria de comunicação da Prefeitura de Dourados divulgou nesta manhã que a equipe apoiará o projeto, o qual a equipe já estrutura uma base de produção no município. 

Marcela da Costa, diretora de produção, disse que as cenas serão gravadas na área central, bairro e aldeia indígena. Acontecerão gravações ainda em Ponta Porã, área de fronteira Brasil/ Paraguai e área de fronteira Brasil/ Bolívia. 

A busca é “retratar as fronteiras do país e a multinacionalidade”, conforme informou a diretora à assessoria. 

O roadmovie tem direção de Denise Moraes e Bruno Torres.

A segunda maior cidade de MS já foi “palco” de outras gravações.

Em 2016, o longa Em Nome da Lei que se baseava na história do juiz Odilon de Oliveira teve cenas no município. O filme Terra Vermelha, de 2012, teve cenas na Reserva Indígena de Dourados. 

SELEÇÃO 

Haverá uma seleção de elenco do longa às 16 horas deste sábado (11), no Centro de Convenções. Conforme a diretora, podem participar atores e não atores e serão selecionadas 30 pessoas para participarem do longa.

SINOPSE

“A Pele Morta” é a trajetória de personagens em constante reinvenção. A bordo de um antigo caminhão de mudanças, um drama cinematográfico em plena estrada, onde a paisagem natural e social são tão personagens como os indivíduos que a atravessam: três almas inquietas que buscam romper com seus destinos, do Brasil ao Paraguai e à Bolívia, pelas veias abertas do coração da América do Sul.

Justo é um motorista uruguaio que acaba de ser despejado da oficina mecânica que ocupou durante décadas na fronteira brasileira. Decidido a buscar frete no interior do Paraguai, ele leva consigo o borracheiro Saulo, um jovem guarani-kaiowá da região de Dourados e que tem na força de sua rima o grito de seus irmãos. Quando conseguem serviço transportando uma mudança na direção do Chaco paraguaio, fronteira com a Bolívia, eles dão carona a Rosario, uma jovem paraguaia com a mochila nas costas, disposição para o trabalho e uma carta recebida da irmã.

Aos poucos, a cumplicidade entre eles enche de vida a boléia do veículo, abrindo estradas para a esperança e para tantos destinos possíveis, seja seguindo sempre em frente, seja regressando renovado à luta. Falado em português, espanhol e guarani, o filme é uma viagem pelas fronteiras invisíveis da América Latina, uma terra que se move, que pulsa e que levanta a voz.

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