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DOURADOS

Délia ressalta a convivência e a dignidade à pessoa com deficiência

27 setembro 2017 - 14h45Por Da redação

A tarde de ontem (26), marcou mais uma etapa da entrega de cadeiras de rodas a deficientes físicos do CCPD (Centro de Convivência da Pessoa com Deficiência) de Dourados, onde mais duas pessoas foram beneficiadas com equipamentos, manuais e também motorizados, permitindo melhores condições de mobilidade.

A prefeita Délia Razuk acompanhou o ato e falou do trabalho que é executado no local, o qual proporciona a convivência, a capacitação e a dignidade a pessoas com deficiência. Ela destacou a finalidade do Centro que é de socializar e garantir o acesso aos direitos, tanto dos deficientes quanto de seus familiares e afirmou que é isso o que a administração está fazendo.

Para a prefeita, esse atendimento e a atenção integral a esse grupo de pessoas, previne a ocorrência de situações de risco social e promove o desenvolvimento de capacidades e potencialidades para o enfrentamento da vulnerabilidade. São mais de 600 pessoas diretamente beneficiadas com o serviço oferecido pelo centro de convivência.

Coordenado pelo também deficiente Alex Sandro Pereira de Morais, o CCPD promove diversos serviços como o de convivência e fortalecimento de vínculos, oficinas de artesanato, culinária, inclusão digital, violão e capoterapia, inclusão no mercado de trabalho e a prática de esportes adaptados, como o basquete e tênis de quadra, para cadeirantes; Golbol, para deficientes visuais; natação, para deficientes físicos; além de halterofilismo e judô.

Parceria

A entrega de cadeiras de rodas como doação é mais um destes serviços e tem parceria com os governos Federal e do Estado através do Nasf (Núcleo de Apoio à Saúde da Família), que mantém um programa destinado a essa área. Em Dourados são dezenas de pessoas atendidas mensalmente, além daquelas que recebem cadeiras como empréstimo, apenas para um período.

Um dos que receberam uma cadeira motorizada foi Felipe de Arruda Amorim, 14 anos de idade e estudante do 7º ano na escola Armando Campos Belo. Sua mãe, Marilei Martins, comemorou a conquista do equipamento porque vai facilitar muito o deslocamento do filho para o colégio. “É muito pesado empurrar a cadeira com ele e mais a minha filha de dois anos que não tem com quem ficar”.

A mulher, que reside no Jardim Santa Brígida, contou que Felipe era uma criança normal, mas com cinco anos passou a apresentar dificuldades para andar e o problema só foi se agravando. Distrofia é o nome da doença e mesmo com tratamento adequado, ela já atingiu as pernas e os braços de Felipe, com prometendo totalmente sua mobilidade.

Para Marilei o equipamento é uma benção porque jamais ela teria condições financeiras de adquirir um. Informações do CCPD revelam que o custo de uma cadeira com a de Felipe é de aproximadamente R$ 12 mil.

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