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HISTÓRIA

Délia destaca Museu da Colônia Agrícola de Dourados

07 novembro 2017 - 19h50

Em meio à reunião com a Associação de Moradores de Indápolis, a prefeita Délia Razuk foi convidada para participar, na sexta-feira, de um evento que ocorre para movimentar o Museu da Colônia Agrícola Nacional de Dourados, no distrito, com comidas típicas e artesanato em frente ao local, na rodovia MS 276.

A prefeita aproveitou para elogiar a estrutura com um dos marcos históricos do município e convidou a população para visitar o Museu, onde inúmeros documentos e peças ajudam contar a história da nossa gente.

“A história de uma cidade não pode ficar esquecida ou escondida. Temos que fomentar as visitações, as atividades de amor por nossa terra e conhecimento por aquilo que se passou neste lugar. A visitação é uma destas ferramentas e espero que a população busque saber mais sobre isso”, disse a prefeita.

O espaço, localizado no distrito, abriga o monumento que foi construído como homenagem aos pioneiros, uma cruz de madeira, cuja estrutura foi mantida e que foi tombada pelo patrimônio histórico. Como conta Maura Ferreira da Silva, responsável pelo local, a estrutura do Museu da Colônia foi entregue em novembro de 2016 e tem instalações adequadas para atendimento ao público.

Segundo Maura, é comum a visitação de alunos de escolas dos distritos, mas a ausência dos alunos e pessoas da cidade é sentida, principalmente porque a maioria dos visitantes não é de Dourados. “Por lá, passam todos os dias muitos viajantes que estão a caminho de São Paulo ou Paraná, e estes, sempre param e elogiam o acervo”, conta Maura.

Os documentos, como termos de posse dos primeiros colonos, livros, utensílios e outros objetos relembram o início da construção da colônia e ajudam a contar este capítulo importante na criação de Dourados. “Quem visita o museu é privilegiado com um monte de informações sobre Dourados. É quase impossível que o olhar para a nossa história siga sendo o mesmo”, disse.

O Museu é administrado pela Associação de Mulheres Rurais de Dourados. Elas mantêm uma lanchonete e uma loja de artesanato no local e tomam conta de todo o material exposto, como documentos e objetos históricos.

O marco é importante, porque a Colônia Agrícola Nacional de Dourados (Cand), implantada em 1944 no antigo sul de Mato Grosso fazia parte do projeto Marcha para Oeste inserido na política de colonização do Estado Novo brasileiro. Com a Cand a região sofreu um grande avanço demográfico, e consequentemente um notável desenvolvimento, principalmente econômico. Todo o avanço foi possibilitado devido à ação dos migrantes, os quais, de todas as partes do país, chegavam em busca de trabalho.

Os colonos recebiam gratuitamente um lote de mais ou menos 30 hectares de terra para que cultivassem, transformando a região até então, praticamente, de economia de subsistência, em uma notável produtora de gêneros agrícolas.

Na época, o local abrangia uma extensa área correspondente à atual região da Grande Dourados, formada pelos municípios de Dourados, Fátima do Sul, Vicentina, Jateí, Douradina, Glória de Dourados e Deodápolis.

O horário de funcionamento do Museu é de segunda a sexta-feira das 7h às 18h. Quem quiser agendar visitação no fim de semana pode entrar em contato nos telefones 3489 1347 e 99944 7102.
 
 

 

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