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DOURADOS

Sem moedas, comerciantes encontram dificuldades na hora de passar o troco

Pesquisa ‘O brasileiro e sua relação com o dinheiro’, do Banco Central, aponta que quase 20% da população, tem guardado mais moedas

20 julho 2018 - 17h50Por Luiz Guilherme

Elas são pequenas, mas estão fazendo falta no comércio de Dourados. As moedas estão cada vez mais ‘escassas’ das lojas e enchendo os cofrinhos das casas, isso por que o número de brasileiros que guarda o dinheiro durante o ano todo aumentou no País, segundo pesquisa do Banco Central divulgada ontem (19), esse número é de 19,3. 

De acordo com o levantamento ‘O brasileiro e sua relação com o dinheiro’, a população brasileira está guardando moeda em casa e usando para pagamento de contas e realizar compras. 

O comércio em Dourados, tem sentido e muito, essa ação. O Dourados News visitou na tarde desta sexta-feira (20), uma loja de roupas na área central da cidade e um supermercado no Parque do Lago. Os gerentes afirmam que a falta de moeda é constante e que as pessoas procuram trocar mais em dezembro. 

“Todos os dias falta troco aqui no mercado, é um problema que enfrentamos sempre, com exceção do final do ano, quando muitos consumidores trocam as moedas”, relatou Markus Padovan, gerente do mercado.

Ele ressalta ainda que os valores que mais faltam são as R$ 0,05 e R$ 0,10.

Solange Rodrigues, que atualmente cursa técnico em enfermagem, contou que junta [moedas] o ano todo e que pelo menos duas vezes, o cofrinho é reposto. 

“Desde que cheguei a Dourados, venho ao mercado e troco minhas moedas, isso é sagrado ao menos duas vezes durante o ano; espero ter uma quantia razoável e realizo a troca; o dinheiro de papel vai para o banco ou uso conforme a necessidade”, disse.

Mas não é apenas no setor alimentício, em uma loja de roupa visitada pela reportagem, a gerente Vanessa dos Santos Araújo destacou, é que faltam principalmente as moedas de R$ 0,50 e R$ 1. Outro ponto é que essa escassez acontece principalmente no início do mês. 

“Começo de mês é uma luta, pois não tem troco, aqui na loja é a parte do mês que mais falta, porém no dia a dia conseguimos driblar e atender o cliente”, disse. 

Mas se por um lado tem gente que guarda, tem outro que troca sempre. Lilian Nascimento, de 44 anos é um exemplo. Ela conversou com o Dourados News e disse que troca as moedas diversas vezes. 

“Eu tenho um estacionamento para carros, e não posso reclamar, pois tenho muitas moedas de R$ 0,50 e R$ 1; e não junto, prefiro trocar, fazer circular”, concluiu.

 

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