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Clínica de Fisioterapia da Unigran atendeu 7 mil pacientes em 2012

12 Dezembro 2012 - 13h14



Com o fim do semestre, chega também o fim do estágio dos acadêmicos do 8º e último semestre de Fisioterapia. Para eles, é hora de se preparar para a nova profissão e se despedir dos pacientes que foram atendidos durante o ano. Todos os anos, essa despedida é feita durante uma confraternização com professores, alunos e pacientes.

Em 2012 foram mais de sete mil atendimentos e, apesar do número alto, é impossível não se apegar a alguns pacientes, especialmente aos que precisam de um tratamento mais complexo. Como Seu Darlam Luiz Hinterholz, 47, que iniciou seu acompanhamento em agosto de 2003 e já viu nada menos do que dez turmas de formandos.

Para ele, cada ano começa com expectativa para os novos alunos e saudade dos que já se formaram. “É muito difícil, quando eles saem, a gente sente muita falta porque estamos o ano inteiro juntos. E agora a gente espera que venha uma turma igual a essa, porque foi muito bom”, conta.

Foi Seu Darlam que fez um pequeno discurso durante a confraternização, que comoveu muitas das alunas, inclusive Maiara Sanabria Martins, 21. Ela afirma que, “é triste porque nós pegamos um vínculo com pacientes e colegas. E a gente também aprende muito com eles, nos adaptamos e, o que aprendemos, vamos levar para os nossos pacientes agora”.

Apesar do clima de despedida, muitos desses estudantes não perderão o contato com os pacientes. Seu Darlam conta que, inclusive, tem vários alunos de outras turmas em uma rede social. “Gente que passou há seis ou sete anos me encontra na internet e nos tornamos amigos. Vai além do tratamento”, acredita.

A coordenadora da Clínica de Fisioterapia, Simone de Sousa Elias Nihues, destaca que as portas da Clínica também ficam abertas para os futuros profissionais e conta que muitos ex-acadêmicos visitam os pacientes. “Toda semana nós recebemos visitas de dois ou três alunos, egressos, de outras cidades, que dão uma passadinha aqui e vem rever os pacientes. Fora daqui muitos geram um vínculo de amizade”, diz.

Para ela, a confraternização é uma oportunidade de tomar um fôlego e começar bem a carreira profissional. “É um momento dos alunos se despedirem da vida acadêmica. É um dia de alegria, mas ao mesmo tempo é saudoso, e eles saem realizados, prontos para a vida profissional”, avalia.

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