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Cido Medeiros propõe Programa Farmácia da Solidariedade

18 maio 2011 - 08h48

Está tramitando na Câmara de Dourados, projeto de lei do vereador Cido Medeiros (DEM) que cria em Dourados o Programa Farmácias da Solidariedade, a ser desenvolvido pela prefeitura nos postos de saúde do Município. Na semana que vem, o vereador pretende detalhar o funcionamento do programa para a secretária municipal de Saúde, Silvia Bosso.

Cido Medeiros explica que sua proposta tem como objetivo principal arrecadar medicamentos de usuários que não os utilizam mais e repassá-los à comunidade de baixo poder aquisitivo. De acordo com a proposta, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, fica encarregada de implementar o programa Farmácia da Solidariedade.

“A saúde pública é uma grande preocupação nossa, por isto buscamos criar medidas que visem ajudar a população no tratamento médico, tão caro nos dias de hoje”, diz Medeiros, justificando que “a população mais carente, muitas vezes, não consegue sequer iniciar um tratamento de saúde, pois não dispõe de condições financeiras para a compra de remédios sem que, com isto, prejudique a subsistência de sua família. Por outro lado, a prefeitura não consegue suprir a demanda de distribuição gratuita de medicamentos”.

De acordo com a proposta de Cido Medeiros, a Farmácia da Solidariedade deverá ser supervisionada pela Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, e funcionará com remédios doados pela população e por instituições da sociedade civil. As doações e distribuições serão realizadas nos postos de saúde, de acordo com a disponibilidade no estoque e mediante a apresentação do receituário do SUS (Sistema Único de Saúde).

Cido diz que o Programa não onera os cofres públicos, haja vista que a coleta de medicamentos nas residências será feita por agentes comunitários que já visitam a população diariamente em suas casas. “A intenção do Programa Farmácia da Solidariedade é ajudar as pessoas carentes, e evitar que as sobras de remédios sejam desperdiçadas, uma vez que muitas pessoas não sabem o que fazer com os medicamentos que não usam mais”, justifica Cido Medeiros.

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