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PARALISAÇÃO

Agentes penitenciários cruzam os braços em todo o Estado

16 outubro 2017 - 11h31Por Guilherme Pires

Agentes penitenciários do Estado de Mato Grosso do Sul realizam nesta segunda-feira (16) uma mobilização cobrando reajuste salarial de 16%, a convocação de 91 formados no concurso público, reposicionamento de classe por tempo de serviço e maior segurança nas unidades, de acordo com a assessoria de comunicação dos Sinsap (Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado).

Em Dourados também houve paralisação hoje de manhã na PED (Penitenciária Estadual) e no Presídio Semiaberto.

Assim como na máxima de Campo Grande, o clima é de tensão com os presos batendo nas grades e entoando gritos de guerra, conforme a assessoria do sindicato. 

Em Mato Grosso do Sul são 47 unidades prisionais. Atividades como atendimento aos advogados, visitas e banho de sol nos finais de semana estão suspensas até o término da paralisação. Até o momento, apenas Corumbá não aderiu ao movimento.

Continua funcionando normalmente o recebimento de presos de outros Estados, a transferência também para outros estados, alvará de soltura e banho de sol, mas somente de segunda a sexta-feira. 

O Dourados News tentou contato com a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) que informou, através de nota - confira abaixo -, manter o funcionando normal nas penitenciárias do Estado.

Hoje pela manhã, em evento realizado na Capital, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) classificou a greve dos agentes como 'política' e que o governo cumpriu com quase todo o acordado com os servidores da categoria. 

"De todos os acordos que já fizemos com a categoria, 90% foi cumprido. E nós temos até 2018, quando termina nosso mandato, para cumprir tudo. É mais uma questão política", disse, conforme noticiado pelo Campo Grande News.

Agepen

A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) informa que todos os procedimentos de segurança nos presídios do estado continuam em funcionamento normal, inclusive atendimentos oferecidos aos presos como banho de sol e alimentação, e demais setores como jurídico, psicossocial, de saúde e trabalho estão parcialmente funcionando.

 
A Agepen destaca que não haverá prejuízo na assistência aos custodiados e na segurança dos estabelecimentos penais do estado. Além disso, está acompanhando todos os trabalhos desenvolvidos nos presídios e, conforme decisão judicial, a paralisação das atividades é considerada ilegal e a Agepen cumprirá todos os procedimentos judiciais que forem determinados.

 

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