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Só Puccinelli pode salvar PMDB em Campo Grande

15 junho 2015 - 08h45

#Encolhendo

O PMDB, que até recentemente foi o maior partido de MS e comandou o Governo do Estado e a prefeitura da Capital, simultaneamente, corre risco de diminuir, principalmente em Campo Grande, por conta das desavenças entre o ex-governador André Puccinelli e os irmãos Trad.

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#Porta aberta

Depois do ex-prefeito Nelsinho, do ex-deputado federal Fábio e do deputado estadual Marquinhos manifestarem desejo de sair, o vereador Paulo Siufi, primo dos Trad e o mais votado do partido para a Câmara Municipal, também já deixa em dúvida a permanência ou não na legenda após a reforma política.

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#Salvador

Nos bastidores, é unanimidade que uma das saídas para manter o PMDB forte seria o ex-governador Puccinelli rever a decisão de não disputar a prefeitura de Campo Grande. O italiano tem planos de tentar retomar o governo, em 2018, mas pode ser persuadido a aceitar a disputa municipal, para salvar o partido e ainda barrar a ascensão de adversários ‘ossos duros de roer’.

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#Novo endereço

Quem pode ganhar com a debandada dos Trad é o PSD, ainda presidido pelo empresário da comunicação Antonio João Hugo Rodrigues. Ele entrega a presidência em breve e Marquinhos Trad deve assumir. A ideia do deputado seria disputar a prefeitura pela legenda, que tem três vereadores na Capital.

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#Governabilidade

Em nome da tal governabilidade, o PT decidiu manter o PMDB como aliado. Reunidos no 5º Congresso Nacional, sábado, os petistas decidiram excluir da resolução final do encontro trechos que defendiam o fim da aliança nacional com o PMDB no governo. Maior aliado do governo federal, o partido do vice-presidente Michel Temer foi alvo de duras críticas durante o encontro, realizado em Salvador.

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#Isolamento

“Não podemos levar o governo Dilma para o isolamento no Congresso”, discursou o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães. Em seguida, os delegados aprovaram retirar da versão referendada trecho que considerava como ‘esgotado’ o presidencialismo de coalizão e classificava o PMDB como ‘sabotador do governo’.

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#O alvo

Ainda que as lideranças tentassem colocar ‘panos quentes’ nas críticas à abalada relação, a militância extravasou com repetidas palavras de ordem contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), o principal alvo dos petistas descontentes com o aliado.

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#Tucanagem

Enquanto isso, em Belo Horizonte o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmava que os tucanos estão "prontos" para voltar a governar o país e também o estado de Minas Gerais. O discurso foi feito durante convenção do PSDB mineiro. Aécio destacou a importância das eleições municipais de 2016 no estado para a disputa ao governo estadual e à Presidência da República em 2018.

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#Alckmin

Já em São Paulo, a convenção paulista dos tucanos, ontem, foi transformado em ato pelo lançamento da candidatura do governador Geraldo Alckmin a presidente da República em 2018. O deputado Pedro Tobias, presidente do Diretório Estadual e que é ligado a Alckmin, disse que “o Brasil está doente, atacado pela corrupção, e que precisa de um médico para salvá-lo”. Resta saber o que pensam os ‘aecistas’ sobre a proposta.

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#Disposto

Por sua vez, Alckmin, que é médico anestesista, aproveitou a ocasião para destacar pontos de seu governo e durante discurso deu sinais bem claros de que pretende disputar a vaga de candidato a presidente com o senador Aécio Neves, que ainda nem desceu do palanque da campanha eleitoral de 2014, quando perdeu para Dilma por pequena margem de votos.

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#Gordices

O assunto do final de semana, principalmente nas redes sociais, foi a entrevista da presidente Dilma Rousseff ao Programa do Jô, que foi ao ar na TV Globo já na madrugada de sexta-feira para sábado. A entrevista foi gravada na tarde de sexta, na biblioteca do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, em Brasília. Os mais fanáticos eleitores da oposição chegaram a condenar Jô Soares,pela iniciativa de entrevistar a presidente. Que coisa!

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#Saúde

Em trecho da entrevista, Dilma Rousseff afirmou que, embora necessite de um ajuste fiscal para equilibrar as contas públicas, o Brasil não está "estruturalmente doente". Segundo ela, o país passa momentaneamente por "problemas e dificuldades", e o ajuste é necessário para uma rápida retomada do crescimento econômico.

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#Bicho papão

Dilma também se disse "bastante agoniada" com a inflação, uma das coisas que, segundo afirmou, mais a preocupa. "Fico preocupada porque acho que vamos ter de fazer um imenso esforço. Nós iremos fazer o possível e o impossível para o Brasil voltar a ter inflação bem estável, dentro da meta. Este processo que estamos vivendo tem um tempo, ele não vai durar", declarou.

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#Calejada

Por fim, a presidente afirmou que se sente "triste" com as críticas que recebe, mas disse que aprendeu a conviver com a situação. "É todo dia. Tem horas que exageram um pouco. Pegam pesado. Mas é da atividade pública."

Comentários, críticas e sugestões: cafeamargocoluna@gmail.com

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