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Do time de Temer, Marun não quer “espetacularização” de CPI

13 setembro 2017 - 06h14

Vazio - Leitor assíduo da coluna chamou a atenção para detalhe bastante interessante que vem ocorrendo na Câmara de Vereadores de Dourados. Nas duas últimas sessões, os edis praticamente empurraram com a barriga os encontros e quase nada de interesse da sociedade foi debatido ou votado.

Vazio 2 - Nem as ‘famosas’ homenagens e troca de nomes de logradouros públicos se discutiu. Projeto de lei foi votado e aprovado em primeira votação e, só. Muito pouco para um lugar que possui 19 vereadores ao custo de mais de R$ 12,6 mil cada ao mês apenas de salário.

Denúncia - Professores da Rede Municipal em Dourados se aglomeraram em frente ao MPE (Ministério Público Estadual) no período da manhã e do MPT (Ministério Público do Trabalho) a tarde, para protocolar denúncia contra o município. As ações são realizadas dentro da greve parcial, que ainda continua nas escolas.

Pedra - Aliás, os educadores têm se mostrado verdadeiras ‘pedras no sapato’ da administração municipal e ao que tudo indica, o imbróglio entre as partes vai demorar para acabar. A greve se aproxima de completar um mês.

Cambota - O prefeito de Três Lagoas, Angelo Guerreiro (PSDB), procurou a imprensa rapidinho para explicar que o esquema criado e responsável em desviar R$ 1,6 milhão dos cofres da administração daquele município nada tem com o seu mandato. A investigação ocorreu entre os anos de 2015 e 2016, quando Márcia Moura (PMDB) respondia pelo Executivo. A operação foi denominada Cambota e cumpriu mandado em Dourados.

JBS - Defensor ferrenho do presidente Michel Temer (PMDB), o deputado federal por Mato Grosso do Sul, Carlos Marun (PMDB), será o relator da CPI da JBS que tramitará na Câmara dos Deputados.

Coletiva - Em sua primeira entrevista na função, no final da manhã de ontem, em Brasília (DF), Marun citou a Comissão formada na Assembleia de MS que já apura possíveis irregularidades da empresa no Estado e a falta de cumprimento de acordos firmados com o poder público.

Doações - Questionado sobre as doações de campanha feitas pela JBS nas eleições de 2014, o parlamentar disse não ter qualquer tipo de envolvimento, mas confirmou ter recebido de Simone Tebet [senadora] e Nelsinho Trad [derrotado para o governo], recursos provenientes do grupo.

A vontade - "Está tudo declarado e caso recebesse doação lícita da JBS, também me sentiria a vontade, até porque não tenho qualquer tipo de proximidade com eles", disse, se referindo a Wesley e Joesley Batista, donos da JBS.

Espetáculo? - Marun também disse que não quer fazer da CPI um "espetáculo" para a mídia, "quero respostas!". É esperar para ver.


Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

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