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Adriano Moretto

Vereador tentou entrar na Câmara fora do expediente e acabou barrado

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

17 janeiro 2019 - 00h03

Cobrança – O Ministério Público Estadual instaurou inquérito para apurar possíveis irregularidades e a não utilização, por parte do Fundo Municipal de Saúde de Dourados, de recurso milionário assegurado pela União para investimentos em equipamentos hospitalares na rede pública. 

Denúncia – O fato foi levado ao promotor Etéocles Brito Mendonça Dias Junior no ano passado e passou a ser investigado. O autor da denúncia é o atual secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende (PSDB), na época, deputado federal. O valor em questão seria aproximadamente R$ 2,5 milhões. 

Afastados – Pelo menos dois vereadores afastados por determinação da Justiça após prisão dentro da Operação Cifra Negra estiveram ‘visitando’ a Câmara de Vereadores de Dourados recentemente, o que acabou chamando a atenção e resultando na ida do promotor Ricardo Rotunno até a Casa, na manhã de terça-feira. 

Imagens – O promotor buscou imagens que comprovassem os fatos. Idenor Machado (PSDB), presidente por três mandatos, teria caminhado pelas dependências da Câmara, enquanto Cirilo Ramão (MDB), acabou barrado por um segurança logo na porta, após chegar fora do horário de funcionamento. 

Mais um – Com a confirmação de Walter Carneiro Júnior frente a Sanesul, Dourados ganha mais um nome na nova gestão de Reinaldo Azambuja (PSDB). Antes, o vice-governador Murilo Zauith (DEM) havia sido nomeado secretário de Infraestrutura, Geraldo Resende (PSDB) na Saúde, o ex-delegado regional, Antônio Carlos Videira na Segurança Pública e Elisa Cléia Pinheiro Rodrigues Nobre Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho.

Bolo – Aguardada para a abertura da Showtec, ontem, em Maracaju, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM), acabou mandando representante ao evento e ficou em Brasília (DF), onde acompanhou, ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a visita do presidente da Argentina, Maurício Macri. 

Tangente – O senador Waldemir Moka (MDB) usou a assessoria de imprensa para se explicar sobre a possibilidade de se aposentar como parlamentar durante os 20 anos de mandato – 12 como deputado federal e oito no Senado. Alegando ter contribuído ao INSS nesse período, disse que terá benefícios entre R$ 7,5 mil e R$ 8 mil. Os vencimentos no atual cargo, que termina em 31 de janeiro, são de R$ 33,7 mil. 

Único – Entre aqueles que encerram o mandato no final do mês em Brasília (DF), o parlamentar é o único do Mato Grosso do Sul com a possibilidade de aposentadoria. 

 

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