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Adriano Moretto

Sumido após Itaipu, Marun aparece em documentário na Netflix

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

25 junho 2019 - 00h04

Vertigem – ‘Sumido’ desde o fim do governo Michel Temer (MDB), o ex-deputado federal por Mato Grosso do Sul e ex-ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), aparece timidamente no documentário ‘Democracia em Vertigem’, que estreou na plataforma de streaming Netflix na quarta-feira passada. 

Único – Afastado do Conselho da Itaipu Binacional por determinação judicial, o ex-parlamentar é o único político de MS a aparecer no material de quase 2h, durante as cenas em que mostram a votação do impeachment de Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados. 

Sem celular – A ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM), tem proibido a entrada de visitantes com aparelhos de telefones celulares em seu gabinete, conforme material publicado pelo portal da revista Veja na segunda-feira. Os equipamentos ficam todos do lado de fora da sala.

Enquete – Dos 510 internautas que responderam enquete proposta pelo Dourados News, 53,73% deles acreditam que para diminuir a violência nas aldeias locais deve ser realizado trabalho maior de prevenção contra o uso de álcool e drogas nessas comunidades. Já 23,92% afirmam a necessidade de inclusão de jovens indígenas em programas sociais e 22,35%, levar mais efetivo policial às aldeias.

Violência – Por falar na Reserva local, a violência não para na região. Conforme mostrado aqui no Dourados News ontem, ação de gangue na madrugada de domingo aterrorizou uma festa realizada na Aldeia Jaguapiru e deixou três menores feridos com golpes de faca. 

Decisão – Dois anos após o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul manter a condenação da 5ª Vara Cível de Dourados, o ex-secretário de Comunicação de Ari Artuzi, Eleandro Passaia, pagou no início do mês a título de indenização por danos morais ao secretário Estadual de Saúde, Geraldo Resende (PSDB), R$ 28 mil. 

Livro – Geraldo processou Passaia em setembro de 2010, quando ainda era deputado federal, por ter o nome citado no livro ‘A máfia de Paletó’, escrito pelo jornalista após os escândalos de corrupção na prefeitura de Dourados que resultaram na Operação Uragano. 

Sem provas - Em trecho da publicação disponibilizado na internet, Passaia diz que Geraldo é o ‘maior ator entre os deputados’ de MS e sugere recebimento de retorno nos recursos destinados a obras. A Justiça argumentou que o jornalista acusou o então parlamentar sem apresentar provas concretas.

Inadimplente – Matéria publicada pelo jornal O Estado de São Paulo aponta 31 pessoas que tiveram delação premiada homologadas pela Justiça como ‘inadimplentes’, entre elas, o ex-senador por Mato Grosso do Sul, Delcídio do Amaral, que estaria devendo uma parcela no valor de R$ 85 mil do acordo realizado com o Supremo. 

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