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Adriano Moretto

Sessão da AL tem “climão” entre potenciais candidatos à prefeitura

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

09 agosto 2019 - 00h04

Volta – Após votar a Reforma da Previdência em segundo turno, na Câmara dos Deputados, a deputada federal Tereza Cristina (DEM) voltou a assumir o ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no governo Jair Bolsonaro (PSL). A deputada federal Bia Cavassa (PSDB), segunda suplente da ministra, retorna ao Congresso. 

Rito – Com isso, o ritual burocrático já visto no mês passado volta a ocorrer. Primeiro suplente de Tereza Cristina, o secretário de Estado de Saúde Geraldo Resende (PSDB), foi exonerado do cargo ocupado por ele no governo de MS para ‘abrir mão’ do mandato e retornar à sua função. O decreto da ‘saída’ de Geraldo foi publicado ontem no Diário Oficial do Estado. 

Reunião – A diretoria do MDB estadual se reunirá hoje, em Campo Grande, para debater e avaliar possíveis pré-candidaturas às eleições municipais do ano que vem. O encontro contará com várias lideranças da sigla. 

Dourados – No maior colégio eleitoral do interior sul-mato-grossense, os emedebistas trabalham com o nome do deputado estadual Renato Câmara para a disputa do pleito. Nas eleições de 2016, o parlamentar saiu com mais de 20,7 mil votos, equivalente a 19% dos válidos naquele ano. 

Comando – Ex-prefeito de Dourados, o vice-governador Murilo Zauith (DEM) assumiu ontem o Executivo estadual e segue até 20 de agosto no cargo, quando se encerra as férias do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Legislativo – A discussão sobre o projeto que prevê limites aos dias de cortes de serviços de água, eletricidade e telefonia, na Assembleia de MS, teve ‘climão’ na manhã de ontem entre os deputados Barbosinha (DEM) e Marçal Filho (PSDB), enquanto divergiam e debatiam emendas específicas à proposta. 

Disputa – Ambos são potenciais candidatos às eleições municipais em Dourados e, coincidentemente, também ‘brigam’ pela preferência de seus respectivos partidos para fazer parte da majoritária no próximo pleito.

Crise – A possível paralisação geral do funcionalismo público de Dourados, caso seja decidido em assembleia na próxima segunda-feira já acende o alerta de um possível colapso nas repartições do município, principalmente em relação a trâmites burocráticos. 

Salário – Entre escalonamentos e salários fatiados, o certo é que os servidores têm demonstrado que a paciência com a atual administração chegou ao fim. 

Questionamento – O Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação), por exemplo, questionou a prefeitura sobre os motivos do pagamento parcial dos servidores da Educação, já que os recursos para esse fim chegam via governo federal através do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica).  

 

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