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Adriano Moretto

Salvo de cassação, vereador pede desculpas um ano após palavrão contra colega de Casa

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

04 setembro 2019 - 00h04

Mídia – Enrolada há pelo menos dois anos, o processo licitatório para a contratação de uma agência de propaganda por parte da prefeitura de Dourados, tem, hoje, a realização da terceira sessão pública com a apresentação das propostas das empresas participantes no certame. 

Emoção – Na sua volta à Câmara, o vereador Marcelo Mourão (PRP) usou a tribuna para homenagear o ex-prefeito e colega de Casa, Braz Melo (PSC), chegando a arrancar lágrimas do amigo parlamentar. 

Afiado – Ele também se mostrou descontente com o tratamento recebido [ou não] da administração municipal enquanto esteve fora da Casa. “Não recebi qualquer ligação de solidariedade”, disparou, para depois afirmar que ‘vinha em um diálogo’ com atual gestão e sequer foi lembrado enquanto deixou o mandato. 

Sobrou – Até o líder da prefeita Délia Razuk (sem partido) no Legislativo, vereador Bebeto (PL), acabou atingido pela ira de Mourão. “Política se faz com palavras sinceras. Eu estou cansado do discurso do vereador líder da prefeita aqui nessa Câmara Municipal. Não vale nada o que ele fala o que ele conversa. Porque é um político que fala, fala, vamos fazer reunião e não muda nada”, disse, completando no fim: “estou falando isso para o governo”. 

Desculpas – Durante desabafo na sessão de segunda-feira, a primeira após absolvição da denúncia do crime político administrativo, o vereador Junior Rodrigues (PL) usou a tribuna para pedir desculpas públicas a Olavo Sul (Patriota), com quem há um ano teve desavença. Membro da comissão processante contra o parlamentar, Olavo se posicionou contra a cassação de Junior. 

Relato – “Estou arrependido do dia em que proferi as palavras que o desonrou (...) peço perdão pela minha falta de educação (...) um perdão público por uma atitude infeliz”, disse o ex-líder da prefeita. 

Ataque - O pedido é relacionado a um áudio vazado em setembro do ano passado, quando Junior, ao ver Olavo se dirigir à tribuna, disparou: “Lá vai o Olavo, quer ver ele falar um monte de m@#%&?”, seguido de um “fica ouvindo, fica ouvindo esse cara”. 

Arquivamento – O Conselho Superior do Ministério Público Estadual publicitou prazo de 10 dias para arquivar o processo de servidora do órgão em Dourados, por suposto ato de improbidade administrativa após constatar-se uma viagem dela ao exterior no período em que estava afastada através de licença para tratamento de saúde. 

Termo – Em agosto, após mais de dois anos de investigação, o MPE firmou TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com a servidora com compromisso de “abster-se de praticar a conduta lesiva consistente em solicitar, na condição de ocupante de cargo público, licenças legais para fins diversos dos que lhe deram causa”, além de multas. 

Saúde – Três dias após o fechamento da ala verde do Hospital da Vida e o deslocamento dos atendimentos para outras unidades do município, dezenas de pacientes e até servidores reclamaram ausência de médicos na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), que contava com apenas um clínico geral para atender toda a demanda do local. Ou seja, o que era ruim tende a piorar. 

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