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Adriano Moretto

Repercussão instantânea fez PDT repensar vice

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

10 agosto 2018 - 00h03

Da Redação

“Guerra” – A campanha eleitoral começa a tomar forma em Mato Grosso do Sul próximo de se iniciar oficialmente. Pelas redes sociais alguns candidatos ao governo até já se ‘alfinetam’.

Ataque – Com três obras milionárias paradas na Capital – Centro de Belas Artes, Aquário do Pantanal e o Hospital do Trauma -, o juiz aposentado e candidato pelo PDT, Odilon de Oliveira, usou o Facebook para criticar governantes. “Experiência não é sinônimo de boas decisões sobre como usar o dinheiro público (...) obras ‘faraônicas’ não podem ser mais importantes que leitos de hospital, escolas e segurança para nossas famílias. Isso tem que acabar!”, publicou em sua rede social.

Contra-ataque – Horas depois o atual governador e candidato à reeleição, Reinaldo Azambuja, contra-atacou: “Vamos conversar sobre obras inacabadas? Tenho orgulho em dizer que nossa gestão é responsável com o uso o dinheiro público (...) das 215 obras deixadas pelos governos anteriores, já concluímos 209”, disse, também através do Facebook.

Paralisação – Educadores da Rede Pública de ensino paralisam as atividades hoje em Dourados no chamado ‘Dia do Basta’. Atos estão previstos para as 8h na Praça Antônio João, no Centro e na Unidade II da UFGD, às 15h.

Candidaturas –  Mais 16 candidaturas foram registradas na Justiça Eleitoral visando o pleito de outubro próximo em Mato Grosso do Sul. Até o final da tarde de ontem eram 21 no total, todas para deputado federal. Os postulantes são do Novo, PDT, PRB e Podemos.

Números – Além dos cinco nomes já registrados pelo Novo na semana passada, o PDT tem oito candidatos, o Podemos outros cinco e o PRB registrou três. 

Cinema – Pouco mais de dois anos após as gravações de ‘Em nome da Lei’, Dourados volta a sediar as gravações de um filma, agora ‘A pele morta’ que começará a ser rodado na cidade nos próximos dias. 

Unido – O ‘episódio’ Keliana Fernandes não afetou em nada a relação interna do PDT, garante Odilon de Oliveira. Para ele, o que aconteceu [anúncio e depois a retirada do nome da chapa] já passou e foi motivado pelo apelo popular. 

Áudios – Também ficou claro que as redes sociais ajudaram a derrubar a então vice de Odilon. Logo após o PDT colocar a radialista ao lado do juiz aposentado, mídias do passado comprometendo Keliana começaram a circular pelo aplicativo WhatsApp. 

 

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