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Adriano Moretto

Indicação de Keliana a vice de Odilon gera crise entre PDT e aliados

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

02 agosto 2018 - 00h03

Aliado – O PSD anunciou na tarde de terça-feira, em Campo Grande, que caminhará junto ao PSDB no pleito deste ano, na tentativa de reeleger o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja. 

De novo – Pela segunda vez nesse período de pré-campanha, o pecuarista e empresário Chico Maia (Podemos), anunciou que desistirá de concorrer ao Senado. Ele foi um dos primeiros pré-candidatos a anunciar a intenção de disputar o cargo, porém, alegou que as regras eleitorais impedem novos partidos, como o dele, de competir.

Fogo – Bastou o anúncio de Keliana Fernandes (Pros) como vice do juiz aposentado Odilon de Oliveira para que a crise existencial no PDT viesse a público. Lideranças do partido e aliados se reuniram às pressas para que o nome da radialista douradense fosse ‘derrubado’ poucas horas depois.

Tenso – O clima na reunião não foi nada amistoso. Aliado desde o início, o Podemos foi cobrar satisfação dos pedetistas sobre a indicação de Keliana e chegou a pedir o nome de Chico Maia, que desistiu de disputar o Senado, para o cargo de vice. Outra ala do PDT insistia em manter Herbert Assunção para o cargo.

Sumiu – Depois de muita discussão, a decisã ficou para o sábado, um dia antes do fim das convenções partidárias. O atrito foi tão grande que até a matéria publicada no site oficial do PDT indicando a chapa ‘Odilon/Keliana’ foi deletada.

Reeleição – Dos 24 deputados estaduais de Mato Grosso do Sul, 22 tentarão a reeleição em outubro. Apenas George Takimoto, que deixou recentemente o PDT e ingressou o MDB e Beto Pereira (PSDB), vão em busca de uma das oito vagas do Estado na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

Cabo eleitoral – Por falar em Takimoto, com a saída de André Puccinelli da disputa pelo governo do Estado, o parlamentar perderá um forte cabo eleitoral na tentativa de chegar ao Congresso. 

Aguardo – O PRB realiza hoje em Campo Grande a sua convenção estadual para definir representantes nas eleições gerais deste ano. Apesar de já possuir os nomes que irão disputar os votos dos sul-mato-grossenses, a sigla ainda não sabe qual caminho seguir, principalmente por não abrir mão de fazer parte de chapa majoritária com o nome do senador Pedro Chaves, que busca a reeleição.

Nome social – Dados divulgados ontem pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostra que sete pessoas votarão usando nome social em Dourados. Em todo o país, 6.280 eleitores poderão fazer o mesmo na disputa de outubro.

Biometria – Ainda em Dourados, 32.773, dos 156.373 eleitores se cadastraram no sistema biométrico, mesmo ainda não sendo obrigatório no maior colégio eleitoral do interior sul-mato-grossense. 

 

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