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Adriano Moretto

Greve geral volta a assombrar prefeitura de Dourados

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

10 setembro 2019 - 00h04

Enquete – Para 72,41% dos internautas que responderam enquete do Dourados News, a prefeita Délia Razuk (sem partido) não tentará a reeleição no ano que vem. Já para 27,59% dos 598 votantes acreditam que ela deva buscar um novo mandato. 

Aberto – Sempre que questionada perante o assunto, a chefe do executivo douradense despista sobre a temática e prefere não se manifestar sobre a disputa eleitoral do ano que vem. 

Fumaça – As reuniões com o secretário Municipal de Governo, Celso Schuc, têm se tornado uma tortura para aqueles não adeptos ao tabaco. Vereadores, assessores e até populares que buscam o CAM (Centro Administrativo Municipal) e são atendidos pelo juiz aposentado, reclamam do cigarro aceso do articulador da prefeita em ambientes fechados. 

Lei – No Brasil, a Lei 12.546 de 2011, promulgada apenas três anos depois, proíbe as pessoas de fumarem em locais públicos fechados e parcialmente fechados. Diante disso, o secretário poderia descer as escadas da galeria onde se encontra o ‘poder douradense’ e praticar o ato sem prejudicar e incomodar ninguém. 

Comando – Com a eleição do professor João Carlos de Souza, no domingo, o PT de Dourados já começa a pensar nas eleições do ano que vem e não descarta a possibilidade de lançar nomes para a disputa do Executivo. Os nomes do vereador Elias Ishy e do ex-deputado João Grandão são debatidos internamente. 

Passado – O partido já governou a cidade em duas ocasiões, com Laerte Tetila, eleito em 2000 e reeleito em 2004. Após deixar a prefeitura, Tetila ainda conquistou vaga na Assembleia Legislativa em 2010, não conseguindo a reeleição quatro anos depois.

Relógio – Prestes a completar seis meses desde que foi descoberto, o ‘buracão’ sob a avenida Presidente Vargas pode estar com os dias contados. As obras estão prestes a terminar com a conclusão do aterro e posteriormente a passagem da malha asfáltica no local. 

Paralisação – Sem quitar a folha de agosto completamente, a prefeita Délia Razuk (sem partido) volta a se preocupar com a pressão dos sindicatos e a ameaça de paralisação do funcionalismo público. Ontem, o Sinsemd (Sindicato dos Servidores Municipais de Dourados) notificou a atual gestão sobre a possibilidade de paralisação em 72 horas. 

Retrô – A greve já estava aprovada desde o mês passado, quando ocorreu o pagamento fracionado dos servidores, porém, não foi colocada em prática. Com a notificação, o sindicato espera que até quinta-feira o problema seja resolvido, sobre a possibilidade de paralisação. 

 

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