Menu
Busca quinta, 01 de outubro de 2020
(67) 99659-5905
COLUNA

Na Lata!

Adriano Moretto

Em manhã atípica para moradores, ‘silêncio’ chama atenção em dia de operação

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

07 novembro 2019 - 00h04

Purificação – Sete meses após deflagrada a primeira fase da Operação Purificação, a Polícia Federal desembarcou em Dourados para dar continuidade nas investigações que, desta vez, levaram à cadeia duas pessoas, entre elas o ex-secretário de Saúde, Renato Vidigal. 

Rotina – Moradores do Jardim Santo André, bairro da região central da cidade, tiveram manhã atípica ontem ao acordarem e encontrarem carros descaracterizados da Polícia Federal parados próximo a um dos cruzamentos mais movimentados da região, na rua Mato Grosso com a Palmeiras. Do interior de uma residência, os agentes levaram calhamaço de documentos e veículo, em cumprimento a mandados determinados pela Justiça. 

Desolada – Essa era a expressão da secretária Municipal de Saúde e interventora da Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados), Berenice Machado, após receber a visita dos agentes no prédio onde funciona a pasta. As investigações que resultaram nas duas fases da operação tiveram início antes dela assumir o posto, ainda na gestão de Vidigal. 

Silêncio – A prefeitura de Dourados preferiu não se pronunciar sobre a segunda fase da Operação Purificação. 

Apelou – Ao chamar deputados estaduais de ‘bunda-moles’ por não assinarem a CPI da Energisa proposta por Capitão Contar (PSL), o deputado federal Loester Trutis (PSL/MS) mostrou tratar a ação como partidária e começa a colecionar dentro do parlamento sul-mato-grossense vários desafetos. 

Climão – Ontem, após a apresentação de um novo requerimento para tentativa de criação da CPI da Energisa, desta vez por indicação do deputado Felipe Orro (PSDB), 17 parlamentares disseram sim ao documento e aproveitaram para mandar recado a Contar. Um deles, Neno Razuk (PTB), disparou: “agora, essa não é uma Comissão política”. 

Ausente – Em Brasília (DF), onde participou de agenda com parte da bancada federal e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, o propositor da primeira Comissão ainda não se manifestou sobre a nova CPI. 

Trâmite – O requerimento agora será analisado pela Mesa Diretora da Assembleia e, se aceito, em até cinco sessões os parlamentares deverão constituir a Comissão com presidente, vice, relator e membros. O prazo para que os trabalhos sejam definidos é de 120 dias com possibilidade de prorrogação para mais 60.

Extinção – PEC apresentada pelo governo federal prevê a extinção de municípios com até 5 mil habitantes e ‘incorporação’ a outros da mesma região. Em Mato Grosso do Sul, são cinco nessa situação: Figueirão, Novo Horizonte do Sul, Rio Negro, Jateí e Taquarussu.

*Colaborou Vinicios Araújo

Deixe seu Comentário

Leia Também

Assembleia proíbe deputados candidatos de fazer campanha durante sessões
‘Santinhos virtuais’ começam a tomar espaço nas redes sociais
Maiores colégios eleitorais de MS concentram mais de 10% dos candidatos às prefeituras
Campanha ‘tiro curto’ tem início na eleição do ‘novo normal’
Internado com coronavírus, deputado liga do hospital para colega de Casa

Mais Lidas

DECIBÉIS
Operação do Gaeco mira fraudes em licitações e cumpre cinco mandados em Dourados
INVESTIGAÇÃO
Policiais do Gaeco fazem nova operação em Dourados
CAPITAL
Mulher com mandado de prisão em aberto é executada com oito tiros
DOURADOS
Gaeco deixa edifício com documentos apreendidos após mais de 5h