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Adriano Moretto

Dois meses após pedir demissão, secretário continua no cargo

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

13 setembro 2019 - 00h04

Respiro – A prefeita Délia Razuk (sem partido) tem duas dores de cabeça a menos para administrar nos próximos dias. O Conselho Superior do Ministério Público Estadual arquivou dois Inquéritos Civis que apurava supostas irregularidades em setores delicados da atual administração, a Educação e a Saúde. 

Funsaud – Um dos processos arquivados, datado de 2016, diz respeito a implantação de ponto biométrico e protocolo de atendimento com classificação de risco nas unidades administradas pela Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde), onde, conforme o MPE, a investigação atingiu o objetivo com o cumprimento das medidas por parte da Fundação.

Educação – Já o outro Inquérito, datado de 2018, buscava solucionar possíveis irregularidades na contratação temporária de professores da Rede Municipal de Ensino através do decreto 727/2017, expedido pela prefeita Délia Razuk. Com a revogação da determinação, o MP entendeu que não havia mais motivos para continuar a apuração dos fatos. 

Pressão – Presidente da Assembleia de Mato Grosso do Sul, deputado Paulo Corrêa (PSDB), fez coro com outros 26 representantes de legislativos estaduais na quarta-feira, em Brasília (DF), para pedir apoio na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal à PEC (Proposta de Emenda à Constituição 133/2019), que inclui estados e municípios na Reforma da Previdência. 

Leve – Após dias de debates acalorados, incluindo bate-boca entre deputados, as sessões desta semana na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul foram mais tranquilas. Um dos temas mais polêmicos discutidos pelos parlamentares, sem alterações de comportamento, foi sobre possíveis privatizações de estatais sul-mato-grossense. 

Agenda – O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), cumpre agenda em Dourados amanhã. A visita ao município foi definida na semana passada, após encontro com a prefeita Délia Razuk e o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende (PSDB).

Troca – Quase dois meses após pedir demissão da Secretaria Municipal de Educação, o promotor aposentado Upiran Gonçalves continua à frente da pasta, uma das mais importantes da administração. No dia 16 de julho ele entregou o cargo à prefeita Délia Razuk e disse que ficaria apenas até a mandatária encontrar um substituto para seu lugar, o que não ocorreu até o momento. 

Acúmulo – A Educação passou pelas mãos de quatro secretários desde o dia 1º de janeiro de 2017, quando deu início ao atual mandato. Audrey Milan iniciou o desafio, substituída posteriormente por Denize Portollan, Renato Marin Machado Faria e, agora, Upiran. 

Alvo – A Semed também foi alvo da primeira operação policial da atual gestão. Em fevereiro do ano passado, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) cumpriu mandados de busca e apreensão na Secretaria durante a Operação Volta às Aulas, que investigava possíveis irregularidades na contratação de professores temporários.

Revogou – Mais uma vez a atual administração municipal mostra não conseguir sustentar as suas decisões. Ontem, Délia Razuk revogou a medida datada de 2 de agosto de 2019 que regulamentava a escala de férias do funcionalismo público municipal e obrigava as secretarias a entregarem cronograma dos servidores com o benefício acumulado.

 

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