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Adriano Moretto

Discurso dos “100 dias” muda no segundo mandato de Azambuja

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

11 abril 2019 - 00h03

Mudou – Os 100 primeiros dias do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) em seu segundo mandato foram diferentes da época em que iniciou sua administração no Estado, a contar pela ausência de cerimônia para celebrar a data, que tradicionalmente serve como um balanço geral do poder Executivo. 

Recordar – Sem em abril de 2015 Azambuja apontava como principais desafios de sua administração terminar obras deixadas pelo governo André Puccinelli – entre elas o inacabável Aquário do Pantanal - e investir na Caravana da Saúde e políticas públicas como ampliação do Vale Universidade, desta vez o governador destacou algumas medidas de austeridade tomadas desde que assumiu visando ampliar investimentos em serviços básicos.

Posse – Poucos minutos antes tomar posse oficialmente no novo ciclo, no dia 1º de janeiro, o governador havia sinalizado que o objetivo principal do início de seu segundo mandato era enxugar os gastos na máquina pública. Recentemente o governo retomou a carga horária do funcionalismo público para 8h e teve aprovado ontem na Assembleia o projeto do Executivo do PDV (Plano de Desligamento Voluntário) para servidores que prefiram deixar cargos efetivos.
 
Foro – Desde a terça-feira vale em Mato Grosso do Sul as novas regras do MPE (Ministério Público Estadual) no que diz respeito às investigações contra agentes públicos e políticos com foro privilegiado. Os promotores agora terão que ser autorizados pelo Procurador-Geral de Justiça para investigações a autoridades.

Verdão – Palmeirense, o deputado estadual Marçal Filho (PSDB), brincou com a eliminação do seu time de coração antes de usar a tribuna da Assembleia para falar do Abril Verde, sobre a prevenção de acidentes de trabalho. “Gosto muito do verde, mesmo meu time me envergonhando muito nesses dias. Mas, continuo palmeirense”.

Foi mal - "Agricultura para países que tiveram guerra, que passaram fome, é questão de segurança nacional. Nós nunca tivemos guerra, nós não passamos muita fome porque temos manga nas nossas cidades, nós temos um clima tropical. Nós temos miséria, e precisamos tirar o povo da miséria". A frase é da ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM), eleita deputada federal por MS no ano passado em audiência na Câmara dos Deputados, na terça-feira

Crise – O deputado estadual Barbosinha (DEM) disse que Dourados passa por uma crise de gestão na administração Délia Razuk (PR). A fala do parlamentar se dá após o município não emplacar projeto para investimentos em mobilidade urbana no programa Avançar Cidades. Em MS, 10 municípios serão contemplados com R$ 75 milhões no total e existe conversas para que a cidade também receba o benefício.

Toga – Presidida pela senadora sul-mato-grossense Simone Tebet (MDB), a CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado acatou o parecer do relator Rogério Carvalho (PT-SE) e recomendou o arquivamento do pedido de criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) ‘Lava Toga’, que investigaria os Tribunais Superiores. 

Assinatura – O requerimento foi apresentado em fevereiro com aval de 29 senadores. Apenas um, dos três parlamentares sul-mato-grossenses na Casa, assinaram o documento, a senadora Soraya Thronicke (PSL). 

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