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Adriano Moretto

Deputados do PT e PSL votam juntos em MS

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

14 novembro 2019 - 00h04

Pergunta – Como ficam aqueles cooptados para seguir a onda ‘pesselista’ depois da eleição de Jair Boslonaro à presidência, se filiando ao partido com a esperança da presença do atual líder no palanque? 

Lideranças – Também é uma incógnita a situação dos deputados federais e estaduais com mandato pelo PSL. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, todos se dizem ‘fieis ao presidente’, porém, não arriscariam perder os cargos ocupados para seguir neste momento os passos de Jair Bolsonaro.

Tempo – Como o presidente deve criar um novo partido, denominado Aliança pelo Brasil, os políticos poderiam fazer a migração de legenda sem perder a função eletiva, porém, isso demandaria tempo. O mesmo ocorre diante da abertura da janela partidária. 

Rebelou – Como de costume, o deputado federal Loester Trutis (PSL/MS) polemizou em suas redes sociais após o anúncio da saída de Bolsonaro para tentar implantar uma nova legenda. “Podem me chamar do que quiser, louco, traidor, burro... Todavia pra mim esse não era o momento de criar um novo partido”, disse.

Dinheiro – O parlamentar se mostrou incomodado com o fato e afirmou o plano de governo do presidente como maior que ele no momento. “Era o momento do governo criar uma força tarefa coordenada para aprovar a prisão em segunda instância. Esse novo partido, contará com entre 20 e 30 deputados. Custo de 270milhoes, o Aliança abrirá mão do fundo partidário? Do fundo eleitoral? Fiz esse questionamento e ninguém lá soube me responder. Só existe uma coisa maior que Bolsonaro nesse momento: seu plano de governo”.

Justificativa – Também nas redes, a senadora Soraya Thronicke (PSL) disse que permanece no partido para não perder posições em comissões e ficar sem voto no Senado e atacou integrantes de partidos aliados que, segundo ela, não estariam cumprindo com o combinado e ‘boicotando votações’, disse, sem citar nomes. 

Polêmica – A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa fechou parte das galerias na manhã de ontem alegando medidas de segurança para com os manifestantes que lotaram a Casa para acompanhar as votações do pacote fiscal proposto pelo governo estadual. Depois de protestos de populares e dos próprios parlamentares, as portas foram abertas. 

Período – Entre as propostas pautadas, a que mais chamava a atenção era a relacionada ao aumento do Fundersul. A sessão chegou a ser paralisada para que parlamentares e produtores se reunissem. No final, a proposta foi aprovada em duas votações por 14 votos favoráveis contra cinco contrários. 

Juntos – Aliás, a medida que garantiu o ajuste do Fundersul em Mato Grosso do Sul fez com que os principais polarizadores da política brasileira atualmente, PT e PSL, votassem juntos contra a proposta do governo estadual. 

 

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