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Adriano Moretto

Délia entra no último ano de mandato sem falar de reeleição

Comentários, críticas e sugestões: adrianomoretto.oliveira@gmail.com

30 dezembro 2019 - 00h04

Fechando – A prefeita Délia Razuk entra no último ano do seu mandato deixando em aberto sobre a disputa ou não da reeleição no pleito de outubro próximo. Recém filiada ao PTB do filho Neno e do ex-senador Delcídio do Amaral, ela é aposta no processo de reestruturação da legenda. 

Prós – À frente do município desde janeiro de 2017, Délia viu dificuldade de articulação no início do mandato se estender por outros períodos, mas encerra o terceiro ano contemplada com obras estruturais na cidade, fruto principalmente das parcerias com o governo do Estado e União. 

Obras - Basta ver o recapeamento das principais avenidas, construção e entregas de casas populares e anúncio de novos investimentos na ampliação e reestruturação de vias, como a Coronel Ponciano e todo o quadrilátero central. 

Contras – Porém, pesa desfavorável os corriqueiros atrasos salariais da atual gestão, acompanhada da reclamação constante de vários setores do funcionalismo público pela ausência de diálogo com o seu governo. 

Operações – No campo administrativo, o Município também foi alvo de operações da Polícia Federal, com as duas fases da ‘Purificação’ visando desarticular esquema de corrupção na Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados) e Secretaria Municipal de Saúde. 

Indefinição – Já na Câmara, o ano foi marcado por novas prisões de Cirilo Ramão (MDB) e Pedro Pepa (DEM), julgamentos de mandatos, posse e saída de suplentes e muita indefinição através do aguardo de definições judiciais, deixando o clima entre os parlamentares bastante pesado. 

CPI – Na Assembleia Legislativa a CPI da Energisa, que começou em ‘marcha lenta’ retorna oficialmente no dia 5 de fevereiro, logo após o recesso parlamentar dos deputados estaduais. Nesse dia, devem ser iniciadas as primeiras oitivas, todas em caráter sigiloso, conforme definido desde o início. 

Saída – O deputado federal Luiz Ovando pediu a desfiliação do PSL por justa causa na tentativa de acompanhar o presidente Jair Bolsonaro na nova sigla dele, o Aliança pelo Brasil. Conforme o parlamentar de primeiro mandato, não há clima na legenda que o elegeu no ano passado. 

 

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