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Leia a Coluna 'Amplavisão 740', por Manoel Afonso

21 maio 2011 - 09h29

DAGOBERTO “...Eles são profissionais, não medem conseqüências para ganhar”; referindo-se aos adversários de 2012 na capital. Ué! Será que ele usou as ‘passagens aéreas’ para meditar num mosteiro do Himalaia?

‘ALGODÃO DOCE’ Pode ser chamada assim a oposição que Serra e Aécio fazem ao Planalto. Pasmem! Ambos saíram em defesa do Palocci. Será que os 44 milhões de eleitores repetiriam o voto no candidato tucano?

QUESTÕES: Por que os clientes do Palocci querem ficar no anonimato? Faturar R$ 20 milhões em ano de eleições é mera coincidência? Por que impedir o depoimento dele no Congresso? Consultoria ou lavanderia?

BICO CALADO Deputados da oposição e sindicalistas não deram um pio sobre os índices de reajustes do Governo Estadual. Pudera! O Planalto frustrou os trabalhadores com o último aumento do salário mínimo. Daí...

VANDER Tenta aplicar o golpe nas eleições da capital: “eu quero, mas cedo o lugar ao tio Zeca”. Nem se cogita um nome ligado a Delcídio. A intolerância ao senador é evidente. A pergunta geral: até onde isso vai?

PATRULHAMENTO? A decisão do STF no caso da união estável homossexual é um tema delicado. Aí os políticos do MS preferem ignorá-lo para evitar possíveis desgastes. Mas o eleitorado da capital é conservador. Se é!

O VEREADOR Paulo Siufi tem se mostrado corajoso dentro de sua coerência e princípios ao abordar esse ‘pacote de novidades’. Não foge ao debate e nas entrevistas não apela para metáforas. É direto no alvo.

OS TEMAS versando sobre a sexualidade deram um ‘zum’ na cabeça do brasileiro. Mudanças demais em pouco tempo. No debate, as igrejas aproveitaram da nossa cultura social e familiar. E...sorte do Bolsonaro!

O POLÍTICO ousado ganha ou se ferra em situações como essa. Ao defender seu ponto de vista com convicção atrai a ira dos contrários, mas ganha a simpatia de muito mais gente. É a contabilidade eleitoral, meu caro.

DECISÃO Até o final deste mês sai a indicação da AL para preenchimento da vaga no TCE. Várias questões são tratadas nos bastidores. Desnecessário citá-las porque o leitor da coluna é diferenciado, conhece bem o ‘quadro’.

“BULLYNG” As relações danosas entre os estudantes despertando nossa atenção. A iniciativa da Câmara da capital – com palestras e cartilhas – ajuda no conhecimento e fornece armas no combate ao mal antes ignorado.

DELCÍDIO sabe: se depender do Zeca pode tirar o cavalinho da chuva; nem cruzará a rua Ceará rumo ao ‘Parque’. Errou Dagoberto’: o adversários do PT são as contradições internas, não o profissionalismo dos adversários.

NOVA LEI Sorte dos estelionatários! Se o cheque estiver sem fundos e com erros em seu preenchimento, a devolução se baseará no segundo item. Portanto, é preciso ficar atento ao receber um cheque: pode ser ‘voador’.

FIQUE ESPERTO! A qualidade de casas e apartamentos, construídos a ‘toque de caixa” dará muita dor de cabeça e processos na justiça. O financiamento é a isca aos compradores ingênuos e inexperientes. Certo?

É POR AÍ...”Ganhar eleições com os amigos é possível. Difícil mesmo é governar com eles.” Um deputado estadual e ex-prefeito mostrando ao cronista várias facetas desta relação, no início sincera, depois oportunista.

UMA CANDIDATURA a prefeito no interior começa mais pela ação de terceiros do que do candidato. O desprendimento dos amigos vai até a confirmação da candidatura. É como se a missão já estivesse quase concluída.

DEPOIS... do registro da candidatura começam os problemas. A ajuda
financeira vem a conta-gotas, os amigos trazem os problemas para o candidato resolver, alegando falta de tempo ou de intimidade com o assunto.

O CANDIDATO sabe: não há como recuar; questão de honra, é o seu nome e sua reputação em jogo. Sabe que terá que engolir sapos sem fazer cara feia. Ruim com os ‘amigos’, pior sem eles. E segue a galopeira...

VENCIDAS as eleições, cai a máscara. Companheiros tidos como desprendidos, cobram a fatura: empregos e favores nem sempre legais ou morais. Acuado, o vitorioso não tem como recuar e acaba cedendo.

OS PROBLEMAS são criados pelos amigos, pois os adversários desmotivados com a derrota, adotam trégua por conta própria. Os ‘amigos do poder’ se engalfinham na luta pelo espaço e alguns se sentem ‘injustiçados’.

CONCLUSÃO: Os pretensos pré-candidatos devem avaliar de forma ajuizada o quadro antes da candidatura. A maioria dos ex-prefeitos mais perderam do que ganharam nesta ‘experiência de poder’ . Se arrependimento matasse...

CONHEÇO dezenas deles com ‘saldo trágico’ tanto nas relações familiares como no item patrimonial-financeiro. Pessoas de bem, mas sem uma leitura correta do universo político,onde florescem a vaidade e a ingratidão.

“A oposição não deseja desestabilizar o Governo”. (Aécio Neves) Pode?

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