Menu
Busca Quinta, 23 de Novembro de 2017
(67) 9860-3221
Corpal Novo site
RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Blairo Maggi vai a Washington tentar retomar exportação de carne

17 Julho 2017 - 08h02

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi viajou para os Estados Unidos. Ele tem um almoço de trabalho agendado nesta segunda-feira, dia 17 de julho, com o secretário de Agricultura do governo norte-americano, Sonny Perdue, em Washington, quando será discutida a retomada de exportações de carne para os Estados Unidos.

O ministro viaja acompanhado do secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Silva. A agenda da comitiva inclui, ainda na segunda-feira pela manhã, reunião com o embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, e o adido agrícola do Brasil nos Estados Unidos, Luiz Claudio de Caruso e Santana.

Na terça-feira pela manhã, o ministro reúne-se com o Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, antes de embarcar de volta ao Brasil no fim da tarde. A chegada a Brasília está prevista para quarta-feira (19) pela manhã.

A visita ocorre após a suspensão, no fim de junho, de todas as importações de carne fresca do Brasil, devido a preocupações recorrentes sobre a segurança dos produtos destinados ao mercado dos Estados Unidos.

Foram 17 anos de negociações para que o Brasil conseguisse exportar carne fresca para os Estados Unidos, o que se concretizou em setembro do ano passado. No total, 15 plantas frigoríficas exportavam carne in natura para os Estados Unidos e acumularam, de janeiro a maio, US$ 49 milhões com esse comércio.

###Vacinação contra a febre aftosa
Para o ministério, os problemas comunicados pelo governo norte-americano são decorrentes da vacinação contra a febre aftosa, o que poderia causar inflamações. A aparência fica comprometida, segundo o ministério, mas o produto não oferece nenhum risco à saúde.

O Brasil exporta para os Estados Unidos a parte dianteira inteira do boi, local onde o gado recebe a vacina contra a febre aftosa. Mesmo que não esteja aparente, alguma inflamação pode ser detectada quando a peça é cortada.

Para solucionar a questão, o Ministério da Agricultura determinou que os frigoríficos brasileiros passassem a exportar para os Estados Unidos carnes in natura de cortes dianteiros apenas na forma de recortes, cubos, iscas ou tiras, o que permitiria a retirada dessas partes.

Seis entidades do agronegócio propuseram outra solução: pediram ao governo federal, nesta semana, uma mudança na composição da vacina contra febre aftosa aplicada em todo rebanho bovino. A alteração seria necessária para evitar esses abscessos. O ministério já havia anunciado que investigaria os lotes de vacinas contra febre aftosa aplicadas nos animais.

Deixe seu Comentário

Leia Também

LUA DE MEL
Atleta do nado curte dia de sol nas Maldivas
DOURADOS
Prefeita recebe Udam e destaca trabalho conjunto com presidentes de bairros
ASSEMBLEIA
Executivo envia três projetos à Casa de Leis nesta quarta-feira
FUTSAL
Presidente Vargas é campeão do Estadual feminino
BRASIL
CCJ dá início à tramitação da PEC que acaba com foro privilegiado
SAÚDE
"Ônibus da Saúde" leva atendimento oncológico até Fátima do Sul no próximo sábado
EDUCAÇÃO FÍSICA
Participantes do Desafio 15 Dias do Jorjão perderam 332 quilos
ECONOMIA
Dólar cai e volta a R$ 3,23 com exterior e à espera de reforma da Previdência
DOURADOS
Délia recebe entidades conveniadas e garante manter parcerias
DOURADOS
Termina amanhã as inscrições para residências no HU

Mais Lidas

CANAÃ I
Homem é preso com mais de 100 porções de pasta base
DOURADOS
Jovem é preso em nova fase de operação contra pedofilia
IVINHEMA
Fim do casamento faz ex divulgar fotos íntimas por whatsapp
JARDIM CLÍMAX
Mulher é presa suspeita de vender catuaba a menores