10/08/2012 10h15
Governo vai cobrar reposição de aulas de professores grevistas
G1
O Ministério da Educação já avisou que vai cobrar dos professores universitários em greve a reposição das aulas. Para o governo, essa exigência deve servir de pressão para o fim da greve da categoria.
O Palácio do Planalto já sinalizou que não vai mais fazer nenhuma contraproposta. E em conversas reservadas, o ministro Aloizio Mercadante tem sido enfático: é inegociável a reivindicação de progressão na carreira sem titularidade.
Isso é tudo o que o governo não deseja. A estratégia que recebeu o aval do Planalto é de aumentar a remuneração dos professores, mas com a contrapartida da formação acadêmica.
(3) Comentários
Tudo isso vai ocorrer so porque o academico frustrado ai quer formar....se ele nao estivesse frustrado nao iria ocorrer isso tá menininho mimado! Acorda para vida rapaz! Deve ser filinho de papai, certeza!
09/08/2012 13h17 - Atualizado em 09/08/2012 18h39
Governo analisa orçamento para rodada de negociação com grevistas
Termina no dia 31 de agosto o prazo para incluir reajustes com pessoal.
Secretário vai receber de 13 a 27 de agosto os sindicatos dos servidores.
Priscilla Mendes
Do G1, em Brasília
O Ministério do Planejamento, por meio de sua assessoria, informou nesta quinta-feira (9) que está analisando qual “espaço orçamentário” o governo tem para negociar as reivindicações por reajustes salarias do funcionalismo público. Uma rodada de negociações está marcada para começar na próxima semana.
“O ministério estuda qual é a possibilidade orçamentária para conceder os reajustes, dada a situação internacional complicada”, informou a assessoria de imprensa da pasta.
O secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, vai receber, de 13 a 27 de agosto, todos os sindicatos que representam servidores públicos federais. A intenção é chegar a um acordo e colocar fim à onda de paralisações que atingem o funcionalismo.
Termina no dia 31 de agosto o prazo para incluir reajustes com pessoal no Projeto de Lei Orçamentária. Essa data limite gera “tensionamento” entre sindicatos e governo, avalia o ministério, porque qualquer aumento salarial negociado após 31 de agosto terá de aguardar o orçamento de 2014 para ser efetivado.
O governo já fez as contas do impacto causado ao orçamento do país caso as reinvindicações de todas as categorias de todos os poderes fossem atendidas – incluindo aumento salarial e reestruturação de carreiras. Segundo cálculos do Planejamento, o gasto adicional na folha de pagamento seria de R$ 92,2 bilhões, o que equivale a 2% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) do país. Atualmente, a folha de pagamentos custa R$ 190 bilhões, valor que representa 4% do PIB.
Ameaça de greve geral
Os sindicalistas esperam que, com as reuniões, o governo apresente proposta. O presidente do Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon), Rudinei Marques, afirmou que, caso as negociações não avancem, é possível que ocorra uma greve geral.
“O governo até agora não deu nenhum sinal de que pretende fazer uma negociação séria”, disse Marques. A categoria fez paralisação de dois dias nesta semana por reajuste salarial de 22%.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse na semana passada que conta com o “bom senso” dos grevistas e afirmou que o governo ainda estuda possíveis reajustes salariais com cuidado para “não oferecer nenhuma proposta que depois a gente não possa bancar”.
Ele ponderou, contudo, que a preocupação maior não é com os trabalhadores da iniciativa privada, que não tem estabilidade garantida.
bla bla bla conversa fiada o tempo todo sobre essa greve maldita que não deixa eu me formar...
